Veja 6 dúvidas sobre meditação para idosos respondidas!

meditação para idosos
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A meditação é uma prática muito popular. Pessoas de diversas idades, crenças e estilos de vida têm se interessado pela atividade, que pode beneficiar a saúde do corpo e da mente. Por isso, resolvemos falar sobre a meditação para idosos, respondendo a dúvidas importantes a respeito do tema.

Vale destacar que realizar novas atividades faz bem a quem chegou à terceira idade. Certas práticas promovem a qualidade de vida e influenciam em diferentes aspectos do cotidiano. Entre as alternativas existentes, a meditação, sem dúvida, é excelente para a saúde e o bem-estar da pessoa idosa.

Quer saber mais a respeito da prática? A seguir, listamos as principais perguntas sobre meditação para idosos. Dê uma olhada!

1. O que é meditação?

A meditação é uma prática oriental, surgida há muitos séculos, que pouco a pouco foi ganhando espaço em todo o mundo. Ela existe em diversas modalidades, havendo várias adaptações para a vida ocidental.

De maneira geral, podemos dizer que meditar é usar determinadas práticas, que buscam trabalhar aspectos da atenção e da consciência. A ideia é focar em nós mesmos e não em algo externo, desenvolvendo reflexões, relaxamento e autoconhecimento.

As técnicas podem promover o foco no corpo, no pensamento ou na respiração, por exemplo. As orientações, propostas e crenças dos instrutores variam de acordo com a linha seguida.

Muitas pessoas utilizam a meditação apenas para promover bem-estar, relaxar ou exercitar a concentração sem se aprofundarem em crenças. Existem grupos de idosos, inclusive, que se reúnem para meditar com esse objetivo. Mesmo assim, é importante conhecer os efeitos dessa prática. Vamos explicar melhor nos próximos tópicos.

2. Como a meditação ajuda na saúde da pessoa idosa?

Meditar traz relaxamento, ajudando na qualidade do sono e na tranquilidade em momentos mais agitados. Ela também pode ser aliada ao tratamento de diferentes doenças, como a hipertensão. Porém, cada pessoa deve consultar um médico para saber se a prática é indicada.

A meditação afeta o sistema nervoso, libera enzimas e substâncias cerebrais, é capaz de reduzir o metabolismo e até influenciar nos batimentos cardíacos. Assim, trata-se de um exercício que, se feito da forma adequada, traz resultados bastante positivos.

Mas é importante que o instrutor tenha conhecimento acerca do problema ou da doença. Você também pode procurar alguém com experiência em trabalhar com idosos. Lembre-se de que a meditação, nesse caso, é complementar. Logo, ela não deve substituir o tratamento de saúde recomendado pelo médico.

3. Por que praticar meditação para idosos?

Com os benefícios para a saúde, a meditação promove qualidade de vida e bem-estar para a terceira idade. Ela ainda atua em questões cognitivas, como a concentração, a atenção e a memória, ajudando a conservá-las.

Se o idoso gosta da prática e se sente bem meditando, melhor ainda. Afinal, ela traz mais disposição e, muitas vezes, proporciona a reflexão. Ou seja, é um dos recursos disponíveis para renovar os ânimos e perceber o dia a dia de outras maneiras.

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4. Quais as vantagens da meditação para idosos em grupo?

Na meditação em grupo, o idoso pode conhecer pessoas novas da sua faixa etária, que estão passando por momentos parecidos ou têm interesses semelhantes. É também a chance de aprender e compartilhar experiências.

Além da socialização, a meditação coletiva é capaz de potencializar a energia da prática. Quem tem dificuldade de se manter concentrado em grupo pode ter alguns desafios, mas é possível exercitar o hábito no decorrer dos encontros.

5. Existem contraindicações para a meditação?

Embora a meditação ofereça tantos benefícios, nem sempre ela é a melhor escolha. Existem situações nas quais a prática não é tão indicada e pode até ser prejudicial, segundo profissionais, relatos e pesquisas.

É o caso, por exemplo, de quem está em um momento de depressão intensa, tem algum transtorno psicótico (como a esquizofrenia), está ou tem antecedentes de crise dissociativa e tem epilepsia ou estresse pós-traumático.

Os efeitos gerados no cérebro e na mente pela meditação podem ser negativos em circunstâncias como essas. Além disso, a prática pode não ser adequada para quem faz uso de certos remédios.

Logo, a pessoa que se enquadra nessas situações deve pedir a opinião de um médico se quiser meditar. Conversar com um profissional de confiança, que entenda o seu histórico, vai garantir mais segurança durante a atividade.

Além do mais, em casos como os mencionados, a meditação pode ter efeitos negativos sobre a mente. Portanto, por mais que a prática tenha se popularizado e seja benéfica, recomendamos alguns cuidados. Entenda melhor no próximo tópico.

6. Como praticar meditação?

A meditação é algo bastante pessoal, logo, cada um tem seu ritmo para se acostumar. O conselho é começar a meditar aos poucos, com pequenas quantidades na rotina. Iniciar com sessõeslongas ou todos os dias pode gerar frustração em vez de relaxar.

Não se compare com ninguém nem se culpe. Algumas pessoas sentem os efeitos com poucos dias de prática, enquanto outras necessitam de mais tempo. Saiba que isso não é um problema nem desqualifica o praticante de forma alguma. Portanto, faça da meditação algo leve e agradável sem impor cobranças excessivas ou criar expectativas.

A opinião de um médico que conheça o seu histórico é importante em qualquer que seja a situação. Aliás, recomendamos que procure ajuda médica se sentir algo estranho ou algum desconforto. Além disso, o conselho é não meditar em jejum prolongado ou de estômago muito cheio. O instrutor e o ambiente também fazem diferença ao realizar a prática, logo, esses fatores também precisam ser analisados.

E então, tirou suas dúvidas sobre meditação para idosos? Que tal conversar com seu médico para iniciar a prática? Como dissemos, o exercício ajuda em vários aspectos da vida e certamente fará bem à sua saúde física, emocional e até mesmo espiritual. Assim, seu dia a dia será muito melhor e mais proveitoso.

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