Idoso pode morar sozinho? Explicamos quando não é uma boa ideia!

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Idoso pode morar sozinho? Se essa pergunta já passou por sua cabeça, saiba que morar sozinho ou com os filhos até parece uma boa opção à primeira vista, mas nem sempre é o melhor caminho a ser seguido. A decisão depende muito do estado físico e psicológico dos seus pais.

Sem supervisão, podem ocorrer acidentes domésticos no dia a dia, esquecimento sobre os remédios que precisam ser tomados ou até algumas doenças como a depressão. Dividir a casa também pode prejudicar a autonomia da pessoa.

Uma boa saída para pais idosos e seus filhos é buscar um residencial sênior, que tem toda a estrutura necessária para recebê-los. Quer saber mais? Continue a leitura!

Por que optar por um residencial sênior?

A possibilidade de viver em uma comunidade sênior ainda causa certa desconfiança no Brasil, mas saiba que o conceito conhecido como Senior Living já é um estilo de vida em países como os Estados Unidos. O que queremos dizer com isso? Por mais que você queira seus pais sempre por perto, é preciso pensar no que é melhor para eles.

Será que viver em um lugar com todas as comodidades de um hotel, infraestrutura moderna, atendimento humanizado, retaguarda médica, muitas atividades e todo o cuidado necessário não pode ser uma boa opção? Em um residencial sênior, os idosos:

  • têm liberdade de ir e vir com autonomia e qualidade de vida;
  • criam um convívio social ativo e cheio de amizades;
  • participam de atividades culturais, físicas e mentais, além de passeios ou viagens — o que proporciona bem-estar e momentos divertidos;
  • recebem cuidado especializado para suas necessidades e a prevenção de doenças como a depressão.

Quais sinais mostram que o idoso pode morar sozinho (ou não)?

Essa pergunta gera dúvidas, não é mesmo? É preciso considerar as condições físicas e psicológicas ao definir se um idoso pode morar sozinho ou não. Para ajudar você, preparamos uma lista com alguns sinais observados no dia a dia:

  • dificuldade de gerenciar atividades básicas: deixar o gás ligado, a panela no fogo ou a porta aberta; ficar com a casa descuidada (sem limpeza); esquecer-se de tomar os remédios; ter problemas para trocar de roupa, fazer compras ou cuidar da alimentação;
  • dificuldade para se locomover: restrições físicas levam a quedas mais frequentes e até machucados sérios, como fraturas;
  • falta de autonomia higiênica: mau odor indica que os cuidados com a higiene pessoal podem ter sido deixados de lado. Nesse caso, um auxílio pode ser muito bem-vindo;
  • acidentes ou quase acidentes recentes: o envelhecimento aumenta as chances de acidentes, que muitas vezes podem ser evitados com o uso de bengala ou supervisão;
  • falta de controle financeiro: contas vencidas, saldo negativo no banco e pedido de empréstimo sem necessidade são indícios de alguma confusão mental;
  • ingenuidade: até mesmo os idosos mais prudentes podem ser vulneráveis a pedidos de doação de instituições de caridade ou familiares abusivos.

Os sinais acima indicam que algo pode estar errado. Por isso, o monitoramento constante é essencial para prestar a melhor assistência possível e oferecer a qualidade de vida que seus pais merecem.

O que levar em conta na hora da decisão?

Um idoso pode morar sozinho se for capaz de viver bem em sua própria casa, além de cuidar da saúde de forma adequada (lembrando de todos os remédios) e gerenciar as tarefas do dia a dia. Se esse não for o caso, é melhor que viva em um lugar com todos os cuidados necessários, não é mesmo?

Certamente seus pais vão receber muito amor e carinho se forem morar com você, mas em um residencial sênior eles terão acesso a mais recursos ainda. Além de toda a autonomia para viver bem, o idoso tem apoio médico 24 horas e a companhia de outras pessoas da mesma faixa etária.

Há ainda diversas atividades para manter a mente ativa e o corpo saudável. Enfim, o mais importante é deixar o direito de escolha nas mãos deles e oferecer o apoio da família.

Este post ajudou a mostrar quando um idoso pode morar sozinho? Então compartilhe-o nas redes sociais e ajude seus contatos que têm dúvidas sobre o que fazer nessa situação.

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