7 principais sintomas que mostram que há algo errado com a sua vesícula

A vesícula biliar é um órgão pequeno e que muita gente só sabe que existe quando começa a sentir um desconforto causado pelo mau funcionamento da mesma. Apesar de pequena, a vesícula tem um importante papel no corpo humano e ficar atento aos sinais é essencial para perceber quando há algo de errado.

A vesícula está localizada do lado direito do abdômen, logo abaixo do fígado. Tem o formato de uma pera e mede entre 7 e 10 centímetros. A função deste órgão é armazenar a bile e liberar esse líquido para o intestino depois das refeições.

A bile, por sua vez, ajuda o corpo na digestão dos alimentos, facilitando também a quebra e a queima de gorduras pelo nosso organismo. Por isso, este órgão é tão importante para a nossa saúde.

Quando acontece algum distúrbio nos compostos químicos da bile, são formadas pequenas pedras dentro dela que são popularmente chamadas de “pedras na vesícula”. Estas pedras bloqueiam a passagem da bile causando dor e inflamação. Essa doença também é conhecida como cálculo biliar ou colelitíase.

7 principais sintomas que mostram que há algo errado com a sua vesícula

Os sintomas da doença biliar muitas vezes podem ser confundidos com os sinais de outros problemas de saúde. Por isso, é importante saber as características particulares de cada um deles, bem como a sua duração.

1. Enjoo e tontura

Enjoo e tontura após a refeição, não é um bom sinal.

Este sinal costuma acontecer no meio da tarde, poucas horas após o almoço. É nesse momento que a digestão do que foi ingerido deve acontecer naturalmente. Se houver algum problema com a vesícula, isso não vai acontecer e o corpo ficará debilitado.

Portanto, fique atento se sentir tonturas, enjoos, fraqueza e má digestão logo após ter feito a sua principal refeição do dia.

2. Inchaço e gases

Se você sentir o corpo inchado ou com acúmulo de gases, por vários dias, procure um médico.

É fácil associar o inchaço e os gases como sintomas da cole litíase. Por ser um órgão que atua diretamente no processo de digestão, quando a vesícula não funciona como deveria, é comum sentir o estômago cheio, pesado e com presença constante de gases.

Nesse caso, os gases acontecem com frequência diária. E se este sintoma permanecer por mais de dez dias seguidos, é hora de procurar um médico.

3. Dores em pontos específicos

Dor abdominal é o maior sintoma de pedra na vesícula.

A região onde se encontra a vesícula biliar, lado direito do abdômen, é o local mais afetado pelas dores. O motivo é o bloqueio da bile provocado pela presença das pedras, o que causa inflamação e, por consequência, as dores.

No entanto, a dor provocada pelo cálculo biliar também pode irradiar para partes pontuais do corpo, como costas e braço direito. Se a doença estiver em estágio avançado a dor pode afetar, inclusive, as omoplatas.

A dor da doença biliar é fácil de identificar. Ela começa de forma intensa, pode durar até 15 minutos e vai embora. Em pouco tempo, a dor volta em um ciclo que dura até 15 horas. A dor pode se tornar mais intensa durante a respiração profunda.

4. Olhos e pele amarelados

Olhos amarelados são outros sinais de que você tem um problema na vesícula.

Observe a sua pele e olhos e perceba se estão com um tom amarelado. É o que chamamos de icterícia. Como a bile não consegue seguir seu curso normal em direção ao intestino, ela volta para o fígado e é lançada na corrente sanguínea provocando esta cor específica no corpo.

5. Diarreia

Um outro sintoma comum para quem tem um problema de vesícula é a diarreia.

A diarreia causada por problemas na vesícula surge logo após o indivíduo ingerir alimentos gordurosos. Isso porque a bile ajuda a quebrar e digerir a gordura. Logo, se ela não chega até estes alimentos gordurosos, sua função fica comprometida e o intestino fica sobrecarregado.

6. Mau hálito e febre

O mau hálito é outro indicativo de que há algum problema com seu organismo.

Outro sintoma de problemas na vesícula fácil de identificar é a presença de mau hálito, gosto ruim ou qualquer outra sensação estranha na boca por mais de dez dias seguidos. A febre também pode acompanhar este sinal e geralmente surge pela manhã ou no final da tarde.

7. Fezes e urina anormais

Urina muito clara pode ser sinal de baixo índice de bile no organismo.

Observar como andam as suas fezes e a sua urina é importante para detectar a presença de algum problema na sua vesícula. Quando a bile está com um índice baixo no organismo, a urina se apresenta em cor clara, quase transparente.

Já as fezes, além de apresentarem um aspecto esbranquiçado e cinzento, ficam um pouco soltas. Apesar de não ser um hábito muito agradável, não deixe de fazer essa análise com frequência.

O que devo fazer?

Se você sentir alguns destes sintomas e eles estiverem durando vários dias seguidos, é hora de procurar um clínico geral ou um gastroenterologista, médico especialista nesse assunto. Um simples exame de ultrassom é capaz de identificar a doença.

O médico também pode pedir exames mais específicos, como uma ressonância, para averiguar se a sua vesícula está inflamada ou não. Depois do diagnóstico correto da doença, o médico irá prescrever o tratamento mais eficaz e adequado para o seu caso.

O tratamento para a pedra na vesícula pode ser feito com medicamentos usados para desfazer os cálculos. Em outros casos, quando os sinais são muito recorrentes e desgastantes para o indivíduo, a cirurgia é uma maneira indicada para dar fim às pedras.

Além de buscar ajuda médica, é importante tomar medidas preventivas para se manter afastado dos problemas na vesícula. Essas mesmas medidas também são indispensáveis durante o tratamento desta doença.

Apesar de não haver uma causa específica para a doença biliar, muitas práticas podem ser causadoras das alterações na bile que dão origem às pedras. Por exemplo:

  • Dieta rica em alimentos gordurosos como carne vermelha e frituras e carboidratos simples como pão, biscoitos, refrigerantes e doces;
  • Dieta pobre em fibras, com carência de alimentos integrais, legumes e verduras;
  • Falta de atividade física;
  • Uso constante e excessivo de remédios anticoncepcionais;
  • Hábito de fumar;
  • Altos índices de colesterol.

Além disso, há alguns fatores de risco que podem favorecer o surgimento da doença e devem ser acompanhados de perto:

  • Hipertensão arterial;
  • Casos na família de pessoas com esta doença;
  • Nas mulheres, a pedra na vesícula é mais comum do que nos homens devido ao maior número de hormônios no público feminino, também responsáveis pelas alterações no órgão.

Agora que você já sabe quais sintomas podem indicar problemas na vesícula, não se esqueça de ficar atento ao seu corpo e aos sinais que ele emite diariamente. Diante de qualquer alteração, não demore a procurar ajuda médica. Quanto mais cedo o problema for identificado, mais rápido ele será solucionado.

Qual o melhor corte de cabelo para a terceira idade?

Saber qual o melhor corte de cabelo para a terceira idade é algo muito subjetivo, pois cada pessoa tem o seu gosto e preferência. Dessa forma, definir um estilo de cabelo é algo muitas vezes difícil, pois o modo de usá-lo pode ser uma forma de expressar a sua maneira de viver e ver a vida.

Quando é chegada a terceira idade, essa situação se intensifica ainda mais, isso porque muitas pessoas veem esse momento como a hora de ousar ou de parar de perder tempo com o cuidado com os fios.

Há um mito, que muitas mulheres acreditam, que diz que a partir de determinada idade elas não podem mais usar cabelos longos, o que nem sempre é verdade. Atualmente, as mulheres têm quebrado muitos padrões de beleza, e usam aquilo que as deixa confortáveis.

Por isso, na hora de determinar um corte de cabelo para a terceira idade, é importante olhar para a personalidade de cada pessoa.

Qual o melhor corte de cabelo para a terceira idade?

De qualquer forma, o cabelo curto ainda é considerado o melhor corte de cabelo para a terceira idade. E há explicações para esse fato. Um deles é que os fios se modificam durante o tempo, ou seja, na terceira idade os fios não são mais como eram na juventude.

Outra questão, e a mais importante, é que os fios grisalhos tendem a desidratar com maior facilidade, o que torna o cuidado com o cabelo mais difícil. Uma boa dica aqui é cortar o cabelo constantemente, porque ajuda a evitar as pontas duplas e ressecadas.

Além disso, como é um cabelo que requer mais atenção, quando curto torna a vida da pessoa mais fácil, pois os cuidados com um cabelo longo são mais demorados. Tanto é que cabelos mais curtos estão se tornando tendência em todas as idades, justamente pela sua beleza e praticidade.

Outra vantagem de ter os cabelos mais curtos é que, ao contrário do que muitas pessoas acreditam, os fios mais curtos podem disfarçar as rugas, isso porque deixa o rosto mais claro e limpo. Além de ter um cabelo jovem, você também pode rejuvenescer sua aparência apenas com um corte mais adequado.

Há vários cortes de cabelo para a terceira idade que são modernos e atuais e, para as senhoras que gostam de estar sempre na moda, eles caminham do lado oposto dos cortes considerados para “pessoa velha”. Está cada vez mais fácil ficar jovem e feminina com um corte de cabelo curto, pois a cada nova estação surge um modelo de corte diferente.

Quais os melhores tratamentos?

Há tempos, pensava-se que cabelo grisalho era sinônimo de descuido e falta de vaidade. Hoje, o que se vê é que os fios brancos requerem tantos cuidados quanto os coloridos, para que continuem com sua aparência de cabelo saudável.

Além disso, como os tratamentos para cabelos grisalhos têm crescido e se diversificado, cada vez mais mulheres assumem os seus fios brancos. Entre os homens, já é sinônimo de charme e elegância.

Hidratação

Com a perda de melanina, que acontece nos fios ao embranquecerem, é normal que eles fiquem mais quebradiços. Por isso, é importante não se esquecer de investir bastante na hidratação do cabelo, para que eles fiquem com um aspecto mais bonito e saudável.

É interessante lembrar também que os fios tendem a amarelar, devido ao ressecamento e à exposição ao sol. Assim, o ideal é sempre prestar atenção na coloração dos cabelos, para mantê-los grisalhos e bonitos.

Uma dica que pode ajudar, e muito, nessa tarefa, é utilizar shampoos de cor roxa ou prata, já que eles deixam os cabelos mais brancos e tiram o amarelado dos fios.

Proteção contra o calor

Outro ponto que é preciso estar alerta é para o uso de secadores, chapinhas e babyliss. O cabelo grisalho fica mais sensível a altas temperaturas, por isso, o uso desses aparelhos deve ser evitado ao máximo. É recomendado, também, fornecer uma proteção térmica para o cabelo.

Tratamento de umectação capilar

A umectação capilar é um tratamento para os cabelos, que tem como objetivo suprir a falta de lipídios nos fios. O processo é bem simples, tanto que pode até mesmo ser feito em casa.

Para fazer a umectação capilar, passe óleo vegetal em todo o cabelo. Procure deixá-lo levemente aquecido, para que o produto penetre melhor nos fios. Mas, tenha cuidado para não deixar muito quente, porque isso pode queimar as mãos ou o couro cabeludo.

4 cortes para se inspirar

Gostou das ideias de cortes de cabelo para terceira idade? Veja alguns modelos que podem inspirar na hora de tomar essa decisão.

Pixie cut

O pixie cut é um modelo de corte de cabelo para a terceira idade bem ousado. É conhecido também como “Joãozinho”, por ser um corte de cabelo curto e sem volume. Esse corte é uma das versões mais práticas, pois não requer grandes cuidados especiais.

Ele também é um dos mais modernos, e tem sido muito usado por mulheres, inclusive por famosas do mundo todo. É uma grande tendência no mundo dos cabelos.

Muitas atrizes de Hollywood escolhem o pixiecut como umcorte de cabelo para a terceira idade moderno e bonito.

Chanel

O chanel é o corte de cabelo para terceira idade mais clássico e, normalmente, o mais escolhido. Isso porque ele deixa a mulher com uma aparência chique e elegante.

Apesar de não ser um corte criado recentemente, ele ainda é muito usado. Há também derivações do chanel, onde, por exemplo, a parte detrás é mais curta do que a da frente.

O chanelainda é o queridinho de muitas mulheres.

Médio curto

Se você não quer arriscar tanto e prefere o cabelo um pouco mais comprido, pode usar o médio curto. Ele é um corte de cabelo para terceira idade onde a mulher fica com o cabelo em um comprimento não tão curto, se comparado com as outras opções acima.

O comprimento médio desse corte é na linha do ombro. Ele cai muito bem em pessoas que possuem pescoços longos ou não temem cortar demais.

O curto médio é um estilo apreciado tanto por jovens quanto por mulheres mais maduras, mas é mais interessante para quem tem o pescoço alongado.

Curto ondulado

Costumava-se dizer que pessoas de cabelo ondulado não podiam ter cabelo curto, e, assim, os cortes curtos eram apenas para cabelos lisos. Esses tempos acabaram, e as mulheres, principalmente as celebridades, têm mostrado que o curto ondulado tem seu poder.

Essa é uma alternativa de corte de cabelo para a terceira idade para aquelas mulheres que não possuem cabelos lisos, mas ainda assim buscam pela praticidade. É um modelo charmoso e perfeito para quem gosta de volume.

Ter cabelo ondulado não impede que a pessoa opte por um corte curto, como fez a cantora Beyoncé.

E agora que você conheceu vários tipos de cortes para a terceira idade, comente abaixo qual o seu preferido. Aproveite, ainda, para compartilhar esse artigo com quem gosta de andar na moda.

Qual o protetor solar mais indicado para os idosos?

A pele é o maior órgão do corpo humano, e vai se renovando continuamente. Entretanto, com a idade, esse poder de renovação diminui e a pele fica mais sensível, podendo ser danificada facilmente pela ação do sol. Por isso, é imprescindível que os idosos usem protetor solar sempre, e fiquem de olho na saúde da pele.

Qual o protetor solar mais indicado para os idosos?

Os protetores solares indicados para idosos são aqueles com FPS a partir de 60.

O protetor solar não evita apenas que a pele se queime, mas também protege contra manchas e contra o câncer de pele. Mais do que uma questão de estética, cuidar da pele e protegê-la é uma questão de saúde e de qualidade de vida.

Para os idosos, é indicado o protetor solar com alto fator de proteção, de consistência oleosa e, se possível, em spray. Mas por quê?

Existem protetores solares com fatores de proteção que vão do “6” ao “100”. Esses números significam quanto tempo a mais sua pele levará para ser danificada pelos raios solares.

Por exemplo: se sua pele levar 10 minutos para ser danificada sem proteção, ficando vermelha e coçando, ao usar um protetor com FPS 15, vai demorar 15 vezes mais – ou 150 minutos – para que seja feito o mesmo dano na pele. Se usar um com FPS 30, vai demorar 30 vezes mais – 300 minutos, o equivalente a cinco horas!

Os protetores solares indicados para idosos são aqueles com FPS a partir de “60”. O ideal é que o protetor seja eficaz contra UVA e UVB, os dois tipos de raios ultravioleta que prejudicam a pele.

A pele costuma ficar mais seca com a idade, porque o funcionamento das glândulas sebáceas vai diminuindo com o tempo. Por isso, é importante que o idoso use um protetor solar mais oleoso para evitar que a pele desidrate e comece a descascar.

O protetor solar em spray é mais prático, e ajuda na autonomia dos idosos que têm problemas motores ou dificuldades de alcançar alguma parte do corpo – com o spray, eles podem espirrar o protetor solar nas pernas, por exemplo, para não ter de abaixar e espalhar o protetor em creme.

Os idosos que já têm pele mais oleosa podem procurar protetores solares “oil free”, e aqueles com alergias devem prestar muita atenção à fórmula antes de usar um protetor, ou comprar produtos hipoalergênicos.

Não se esqueça de que você deve esperar cerca de 15 minutos após aplicar o protetor para se expor ao sol e, sempre que possível, deve oferecer proteção extra à pele do rosto com chapéus e bonés.

Outras dicas são imprescindíveis não apenas para os idosos, mas para pessoas de todas as idades: evite tomar sol entre 10h e 16h, que é o período de maior incidência de raios solares; reaplique sempre o protetor solar, mesmo se você não tiver se molhado e use protetor mesmo em ambientes fechados ou com pouco sol – raios ultravioleta das lâmpadas e o mormaço também queimam!

Importante

Sempre que possível, além de usar o protetor solar, o idoso deve oferecer proteção extra à pele do rosto com chapéus e bonés.

Evitando manchas e rugas

Para evitar o aparecimento de manchas na pele, o mais indicado é ter o hábito de usar protetor solar sempre, desde criança. Mas, se você não fez isso, não significa que não pode começar os cuidados agora.

Uma dica básica é usar um hidratante recomendado para o seu tipo de pele por um dermatologista.

Também converse com um dermatologista sobre o uso de cosméticos com vitamina C, antioxidantes e cosméticos feitos especialmente para pessoas na terceira idade.

Outra dica é usar produtos que contêm ácido hialurônico, que aumenta a elasticidade da pele e suaviza as rugas e marcas de expressão.

Sabonete e hidratante para a pele dos idosos

Devemos manter nossa pele hidratada sempre, mas o cuidado com a hidratação deve ser intensificado na terceira idade.

Os idosos devem aplicar hidratantes diariamente na pele, de preferência após o banho, quando os poros ainda estão abertos. Deve ser dada atenção especial à pele das mãos e também dos joelhos e cotovelos, regiões em que a pele fica seca e sensível.

Para evitar ainda mais o ressecamento, é recomendado o uso de sabonetes infantis ou neutros, que evitam alergias e são bastante suaves.

Cuidados na hora do banho

É preferível que os idosos não tomem banhos demorados nem muito quentes. Banhos rápidos, com água na temperatura morna ou fria são ideais para o bem-estar da pele.

Um banho com água muito quente pode tornar a pele mais áspera, causar coceiras e até mesmo urticárias.

Uma vez que a pele dos idosos já é sensível, não é recomendado o uso de esponjas e buchas duras, especiais para esfoliação. Buchas e esponjas machucam a pele e retiram a oleosidade. Passe apenas o sabonete direto na pele.

Use também sabão neutro para lavar o rosto no final de cada dia, para assim retirar sujeiras, maquiagem e poeira da pele.

Hidratação e alimentação para uma pele saudável

Quando ingerimos água, todo nosso organismo funciona melhor, e a pele fica mais hidratada. Por isso, é recomendado tomar de oito a dez copos de água por dia – e não espere sentir sede para ir tomar água, pois a sede é sinal de que você já está se desidratando!

Pode-se reforçar a hidratação com a ingestão de frutas, verduras e hortaliças ricas em água – como melancia, melão, laranja, tomate, alface, pepino e cenoura.

Se estiver em um ambiente seco ou for uma época seca do ano, opte pelo uso de umidificadores de ambiente, que não deixam a pele ressecar e também facilitam a respiração.

Para melhorar a consistência da pele, consuma alimentos que contenham colágeno, como carne vermelha, peixe, gelatinas, azeitonas, queijo, leite de soja, cebola, laranja e limão.

Outros hábitos que garantem não somente uma pele saudável, mas uma vida com mais qualidade, são: evitar o fumo e as bebidas alcoólicas, dormir bem todas as noites, não ser sedentário e levar uma vida sem estresse.

Se você gostou das dicas de protetores solares e cuidados com a pele dos idosos, fique de olho nas nossas dicas para viver bem na terceira idade, acompanhando nosso blog e nos seguindo nas redes sociais.

Aula de informática para idosos: entenda sua importância

O que parece ser algo natural para os jovens, pode ser um problema para os idosos. Muitos deles se sentem excluídos ou, até mesmo, marginalizados por não saberem usar o computador.

Afinal, essa é uma ferramenta aparentemente tão simples, mas que deixa muitas dúvidas em quem não a domina. E com o intuito de ajudar essas pessoas que têm dificuldade para aprender a usar o computador, foram criadas as aulas de informática para idosos.

Vivemos em uma época na qual o contato com a tecnologia e computadores é constante. A internet já virou a principal fonte de pesquisa de muita gente graças à enorme quantidade de conteúdos que é compartilhada todos os dias em vários sites.

Além disso, as ferramentas disponíveis no computador facilitam muito diversas tarefas do dia a dia.

É importante para os idosos também terem acesso a essas facilidades, pois muitos se sentem incapazes já que, quando vão fazer algo em um computador, precisam pedir ajuda a alguém.

O que é a aula de informática para idosos?

Ministradas por professores capacitados, as aulas de informática para idosos têm um ritmo diferente, respeitando, assim, as capacidades de aprendizado de cada um.

A aula de informática para idosos é elaborada para ensinar pessoas que estão na terceira idade a interagir com novas tecnologias por meio do uso de funções básicas do computador.

Essas aulas começam pelas tarefas mais simples, como ligar e desligar o computador, e, depois, passam para tarefas mais avançadas para esse público, como editores de texto e uso da internet.

Além de ter uma grade curricular e materiais didáticos elaborados especialmente para os idosos, tais cursos também apresentam professores preparados para lidar com as dificuldades e necessidades dos alunos.

As informações devem ser passadas de forma que nenhum aluno se sinta constrangido ou incapaz por não entender algo.

As aulas de informática para idosos devem, portanto, ser totalmente adaptadas, seguindo um ritmo mais lento para que todos consigam assimilar as informações passadas.

Além disso, nelas também é muito importante repetir as palavras para ajudar na fixação dos principais conceitos da informática e usar termos mais amigáveis, evitando o uso de muito inglês.

Qual sua importância?

Os cursos de informática para idosos têm ficado cada vez mais populares graças à sua importância. Um grande benefício da aula de informática para idosos é a inclusão promovida por meio da capacidade de lidar com o computador.

Os idosos podem ter tarefas como digitar um texto ou mandar e-mails facilitadas, sabendo fazer isso sem precisar da ajuda de outras pessoas.

Além de promover o conhecimento, esse tipo de aula ajuda os idosos a terem a sua autoestima melhorada por conta do aprendizado.

Eles não se sentem mais tão dependentes e podem realizar tarefas que, sem um computador, seriam bem mais difíceis, como escrever um livro, ou, até mesmo, salvar receitas e compartilhar com os amigos.

Quem pode participar?

Esse tipo de curso é destinado a pessoas na terceira idade, a partir dos 55 anos. Não é necessário ter nenhum conhecimento prévio sobre informática, pois o intuito das aulas é realmente ensinar o uso do computador partindo do zero.

Como funcionam as aulas?

As aulas de informática para idosos ensinam o básico do uso de um computador.

As aulas de informática para idosos ensinam o uso básico de computadores. Ao fazer o curso, os alunos aprendem a usar o computador para utilizar editores de textos, planilhas e apresentações de slides, enviar e-mails e, até mesmo, usar as redes sociais e programas de troca de mensagens mais conhecidos.

Os seus módulos geralmente são divididos da seguinte forma:

A estrutura básica de um computador

Mouse, teclado, monitor e outros termos são muito importantes para quem quer aprender a usar o computador. No início, devem ser apresentadas aos alunos as partes básicas de um computador.

No decorrer das aulas, outros termos como navegador, editor de texto, entre outros, devem seguir reforçados para melhor assimilação dos conteúdos.

Ligar e desligar o computador

Essa pode parecer uma tarefa simples, mas muitos idosos deixam de aprender a usar o computador por não saber ligar e desligar a máquina.

Os conhecimentos devem ser passados de forma simples, sem deixar que eles fiquem constrangidos por não saberem fazer isso.

O básico do sistema operacional

Outra coisa muito importante é saber usar as funções básicas do sistema operacional, como a criação de pastas, copiar e colar arquivos, organizar os arquivos em pasta, abrir programas, etc.

Uma forma bem simples de ensinar a mexer com arquivos é por meio de fotos. Normalmente, idosos gostam muito de guardar e rever fotos da família.

Word

O editor de texto é uma das ferramentas mais utilizadas em computadores. Por isso, é bom conhecer o básico do seu funcionamento.

Além disso, o Word é a porta de entrada para o aprendizado do básico sobre programas de computador.

E-mail e Redes Sociais

Por fim, é ensinado como criar uma conta e como usar as redes sociais. Nessa etapa, é importante falar também sobre a questão da privacidade na internet.

É essencial orientar quanto a essa questão, instruindo que é preciso sempre ter cuidado com o que se posta e na hora de abrir e-mails ou links suspeitos.

Estes geralmente são os módulos de uma aula de informática para idosos. O seu objetivo é ensinar o básico da utilização de um computador para que eles possam se familiarizar com o seu uso a fim de aproveitar sem medo as vantagens que a informática oferece.

O que você achou deste artigo? Comente! E se curtiu, não deixe de compartilhar com os amigos nas redes sociais para que eles também tenham acesso a esse conhecimento. Agradecemos pela leitura e até a próxima!

Qual a dieta mais adequada para o idoso acamado?

Uma alimentação balanceada pode fazer toda a diferença para a longevidade de um indivíduo, principalmente quando se trata de um idoso acamado. No entanto, quando esse indivíduo já atingiu certa idade e não teve grandes cuidados com a sua alimentação o que fazer?

É comum um ganho de peso em indivíduos entre 45 e 55 anos por conta da diminuição de determinados hormônios que colaboram com a manutenção do peso em níveis, digamos, aceitáveis.

Para se defender, o corpo evita queimar calorias em excesso, já que, nessa idade, as necessidades energéticas são bem maiores.

Logo, o recomendado é que, a partir dos 50 anos de idade, a preocupação com a alimentação faça parte do dia a dia do indivíduo. Deve-se, por exemplo, evitar longos períodos de jejum e manter uma alimentação cada 3 horas, a fim de evitar o excesso do acúmulo de gordura.

Também é importante evitar o excesso de alimentos industrializados, bastante conhecidos pelas suas altas dosagens de conservantes, antioxidantes, acidulantes, corantes, gorduras saturadas, sódio, entre outras substâncias consideradas tóxicas para todas as pessoas, mas ainda mais para os idosos.

Já as bebidas alcoólicas, além de interferirem nas medicações, aumentam o peso e desarranjam o sistema metabólico. Por isso, podem muito bem constar na lista das substâncias proibidas para indivíduos acima dos 65 anos.

Sem contar os produtos refinados, como farinha e açúcar, por exemplo, já que, nessa faixa etária, contribuem para a ocorrência de constipações, má digestão, diabetes, entre outros transtornos que costumam ser potencializados durante a velhice.

Quando se chega a uma certa idade, é preciso dar adeus a alimentos gordurosos, bebidas alcoólicas e, até mesmo, os “inofensivos” produtos industrializados.

Qual a dieta mais adequada para o idoso acamado?

Determinar o tipo de dieta ideal para um idoso em convalescença não é uma decisão fácil. Deve-se levar em conta a atual situação do organismo, as possíveis doenças, os hábitos alimentares, utilização de sondas, entre outros detalhes que interferirem na forma como o indivíduo deverá ser alimentado.

Uma alimentação normal, ou seja, por via oral, deve levar em consideração também a quantidade de dentes na boca, o estado da cavidade oral e do aparelho digestivo, enfim, uma série de variáveis que não permitem uma padronização para a alimentação de um idoso acamado.

Apesar de todos esses parâmetros, a alimentação normalmente pode ser baseada em: arroz cozido, sopas, caldos, frutas, verduras, leite (de preferência desnatado), carne vermelha, cereais (aveia, grão-de-bico, milho etc.), batatas, mandioca, inhame, entre outros alimentos que combinem vitaminas, sais minerais, proteínas e carboidratos – considerado o “quarteto mágico” quando se trata de alimentação.

Em alguns casos é preciso que haja o engajamento da família em torno dessa nova realidade. Vale a pena adaptara alimentação da família à do idoso para que ele não se sinta excluído.

Outra coisa importante é tentar tornar o alimento visualmente mais agradável. A apresentação, os condimentos, o uso de ervas finas, cores variadas são técnicas bastante poderosas que o incentivam a alimentar-se adequadamente.

Enfim, é importante fazer com que a alimentação seja um momento prazeroso na vida. Para isso, use a criatividade e tenha sensibilidade.

A dieta de um idoso acamado deve levar em consideração o seu estado de saúde, a quantidade de dentes na boca, a utilização de sondas, entre outras características.

E quanto às sondas?

A forma mais comum de alimentação por sonda em um idoso acamado é por via nasoenteral. Esse aparelho é introduzido nas narinas, para que a alimentação atravesse-as sem qualquer transtorno, até atingir o estômago ou o intestino.

Para isso, é preciso que a alimentação seja mais que pastosa (quase líquida). A maneira ideal de realizar essa alimentação é a partir da mistura da água proveniente do cozimento de carnes, peixes, legumes e demais alimentos.

É preciso tornar a alimentação o mais fluida possível. E isso pode ser conseguido, por exemplo, acrescentando sucos, leite, azeite ou mesmo água aos mais diversos tipos de alimentos já triturados. E como o paciente não poderá sentir o sabor através da sonda, dificilmente rejeitará.

Outra coisa importante é com relação aos cuidados com a sonda que, em hipótese alguma, pode ser obstruída por pedaços de alimentos. Para isso, é importante que eles sejam muito bem triturados, cozidos ou batidos no liquidificador, para que se tornem uma substância fluida, capaz de ser introduzida pela sonda sem qualquer tipo de problema.

Finalmente, é importante falar um pouco mais sobre a manutenção desse tipo de dieta via sonda em idosos acamados. O recomendado, nesses casos, é que o alimento seja preparado todos os dias e guardado na geladeira, para ser batido em liquidificador minutos antes de ser consumido pelo paciente.

Essa atitude garante a preservação dos seus nutrientes e evita a ação de micro-organismos patogênicos.

Importante

Por mais atenção e cuidados que uma família possa ter, nada substitui a experiência de um profissional.

Um clínico geral, por exemplo, será capaz de fazer os primeiros diagnósticos dos possíveis transtornos que acometem um indivíduo em idade avançada e, caso necessário, encaminhá-lo a um especialista.

Em muitos casos, é ele quem acompanha o indivíduo por toda a sua vida, configurando-se como o antigo “médico de família”.

Já o nutricionista é aquele que conhece as características de uma boa dieta para um idoso acamado. Ele fará um planejamento com base no seu biotipo, nas doenças preexistentes, no histórico alimentar e nas necessidades nutricionais, além de supervisionar a forma de preparo dos alimentos, as reações medicamentosas, entre outras funções típicas desse profissional.

O geriatra, por sua vez, é o “médico dos idosos”. É ele o responsável por, digamos, fazer com que o seu corpo atenda às exigências da sua mente, que de modo geral não se degrada na mesma proporção.

Por meio de técnicas bem elaboradas, trabalhará para trazer a tão sonhada “autonomia” no dia a dia do idoso.

Por fim, e não menos importante, entra em ação o fonoaudiólogo que, com a ajuda de uma equipe multidisciplinar atua na prevenção, no diagnóstico e na reabilitação dos transtornos relacionados com a audição, o equilíbrio, a fala, a cognição, a deglutição, entre outros distúrbios típicos da terceira idade.

A dieta para um idoso acamado tem como principal característica a sua consistência fluida e de fácil deglutição. Como impedir que o momento da alimentação seja um transtorno na vida de um idoso? Deixe seu comentário logo abaixo e acompanhe as próximas publicações.

Olhos amarelados: quais doenças podem causar esse sintoma?

Olhos amarelados são uma condição típica de problema no fígado causada pelo excesso de bilirrubina no sangue, cujo nome mais conhecido é icterícia.

A icterícia pode surgir pela quebra de células vermelhas no sangue – considerado normal –, mas também pode ser sintoma de doenças hepáticas graves, como cirrose e hepatite. Olhos amarelados não são uma condição apenas de adultos, podendo afetar recém-nascidos, muito embora o sintoma desapareça após um período de tempo.

Neste artigo, vamos abordar as doenças que provocam a icterícia e o que fazer quando esse sintoma aparece. Acompanhe!

Quais doenças podem causar esse sintoma?

A icterícia, quando ocorre, sempre é sinal de algum mau funcionamento do fígado, seja por excesso de álcool ou pela presença de algum vírus. Listamos seis doenças hepáticas que causam a icterícia:

1. Cirrose

Caracterizada por agressões ao fígado devido ao excesso de álcool, drogas ou a presença de hepatite crônica, a cirrose é a morte das células hepáticas, sendo substituídas por um tecido cicatricial e, consequentemente, sem função.

Os sintomas principais incluem perda de peso, náuseas, prisão de ventre, urina escurecida, perda de cabelo e icterícia (além dos olhos, a pele também fica amarelada).

É possível evitar que a doença avance buscando tratamento a partir dos sintomas iniciais, como eliminar o consumo de álcool e drogas, e se prevenir contra a hepatite.

2. Hepatite

Há sete tipos de hepatite e todas elas, como o próprio nome diz, são doenças que atacam o fígado: hepatite (A, B, C, D, E), hepatite alcoólica e autoimune.

O abuso do álcool, a infecção por um vírus ou sistema imunológico frágil são causas da hepatite, mas a mais comum ainda é por infecção viral, que inflama o fígado e causa sintomas, como náuseas, dor abdominal, vômitos e icterícia.

A melhor forma de combater essa doença é por meio da prevenção: manter a boa higiene, tomar vacinas contra a hepatite A e B, usar preservativos durante relação sexual e sempre usar material descartável em salão de beleza e dentista, por exemplo.

3. Febre amarela

A transmissão da febre amarela se dá através da picada do mosquito Aedes aegypti (quando urbana) e Haemagogus e Sabethe (quando silvestre), infectando vários órgãos, incluindo o fígado.

O mosquito transmite a febre amarela.

Sintomas como olhos amarelados, convulsões e miocardite já indicam que os órgãos foram comprometidos pelo vírus da febre amarela, mas, no geral, os sintomas, quando surgem, incluem mal-estar, febre, vômitos, fotofobia e dores musculares.

Para o tratamento da febre amarela, é necessário repouso e internação para que, além de o paciente receber a reposição de líquidos, os médicos também possam acompanhar a doença de perto.

4. Malária

Malária é uma doença comum, cuja transmissão ocorre pelo mosquito Anopheles, causando infecção por Plasmodium (um gênero de protozoários).

Os primeiros sintomas (febre, calafrios, náuseas, vômitos, dores nas articulações, sudorese, dores de cabeça) surgem quando os parasitas, até então alojados no fígado, viajam pela corrente sanguínea destruindo as células dos glóbulos vermelhos. A icterícia é um sintoma característico quando a doença progride.

A malária pode ser tratada e curada com medicamentos prescritos, como Sulfato de quinina e Mefloquina.

5. AnemiA

Quando as células vermelhas do sangue são destruídas por anticorpos produzidos pelo próprio corpo, chamamos de doença autoimune, e, neste caso, o organismo não repõe as células danificadas a tempo, dando origem a anemia hemolítica.

Além da anemia, o paciente perceberá os olhos amarelados ou coloração azul no lugar do branco dos olhos, mau humor, dor de cabeça, fraqueza e falta de concentração.

O tratamento pode incluir reposição de ferro e ácido fólico, medicamentos, como Betametasona, Prednisolona ou Predsim, ou transfusão de sangue, em casos de emergência.

6. Câncer

Embora a icterícia seja um sintoma típico de doença hepática, ela também surge quando o câncer atinge o pâncreas e o intestino – além do fígado –, comprometendo o bom funcionamento do órgão ao acumular a bilirrubina.

O câncer hepático pode ser causado por diversos fatores, dentre os quais estão a cirrose, a hepatite e o excesso de álcool como principais causas.

Os sintomas, na maioria dos casos, aparecem quando o estágio da doença é avançado, e são eles: dor no lado direito do abdômen, inchaço abdominal, perda de apetite, extremo cansaço e enjoos frequentes.

É importante verificar os fatores de risco (como o consumo de álcool, diabetes, doenças no fígado) e ter o costume de se consultar com o médico regularmente para evitar as complicações.

E em recém-nascidos, o que significa?

A icterícia neonatal é comum em recém-nascidos e deixa os olhos dos bebês com a coloração amarela. Porém, é uma condição normal, que surge até o terceiro dia do nascimento como parte do desenvolvimento fisiológico do bebê, e desaparece dias depois.

Um dos tratamentos indicados para o bebê é ser mantido em incubadora para receber o banho de luz, conhecido como fototerapia.

Atenção!

Qualquer sinal de icterícia deve ser relatado ao médico, já que, quanto mais cedo a causa for diagnosticada, mais chance o tratamento tem de a ser efetivo e de não haver complicações graves. É válido salientar que a automedicação é perigosa e pode acarretar em danos maiores.

Portanto, consultas regulares e cuidados extras podem garantir um diagnóstico mais rápido e um tratamento mais preciso contra as doenças que agridem o fígado. Se você ou alguém da sua família está com os olhos amarelados e tem alguma dúvida, deixe um comentário, mas não deixe de procurar ajuda médica também.

Este artigo sobre a icterícia foi útil para você? Então, aproveite para compartilhar e ajudar mais pessoas a descobrir os primeiros sintomas de que algo não vai bem com a saúde do fígado.

O que é bom para evitar cãibra? Alimentos e recomendações para preveni-la

Você sabe o que é bom para cãibra? Consumir alimentos que contenham magnésio (arroz integral e castanha de caju, por exemplo) e potássio (como banana e abacate) são conhecidas formas de evitar ou tratar os temidos espasmos musculares.

As cãibras são contrações musculares dolorosas e repentinas provocadas por diversos fatores, como estresse muscular, exercício físico intenso, sedentarismo, desidratação e fadiga, mas também podem ser sintomas de doenças neurológicas ou da tireoide, por exemplo.

A cãibra pode ocorrer durante uma atividade física ou mesmo durante o sono. Felizmente, é um problema que tem uma solução de fácil alcance: a boa alimentação.

Dor na panturrilha causada por cãibra costuma ser a mais comum.

Alimentos que são bons para evitar cãibras

Estamos cercados de vitaminas e nutrientes naturais que protegem e tratam o nosso organismo. Muitas vezes, não há necessidade de recorrer a medicamentos de farmácia. Veja abaixo uma lista com 5 tipos de alimentos ideais para prevenir as cãibras.

Alimentos ricos em cálcio

O cálcio é um importante nutriente para garantir o fortalecimento dos ossos, a saúde dos dentes e dos músculos. Os principais alimentos contendo cálcio são:

  • Leite;
  • Iogurte;
  • Espinafre;
  • Feijão;
  • Ameixas secas;
  • Queijo cottage;
  • Brócolis.

Incluir esses alimentos na sua dieta ainda ajuda a prevenir problemas hormonais e a garantir vitalidade para quem sofre de osteoporose.

Alimentos ricos em magnésio

O magnésio é um mineral com amplos benefícios que precisa fazer parte da alimentação de qualquer pessoa. Ajuda a controlar o colesterol e a glicose no sangue, contribui para que o corpo produza energia, controla os nervos e evita as contrações musculares.

Você encontra esse nutriente nos seguintes alimentos:

  • Grãos de soja;
  • Arroz integral;
  • Espinafre;
  • Abacate;
  • Iogurte natural sem teor de gordura;
  • Banana;
  • Couve;
  • Salmão;
  • Castanha de caju;
  • Feijão preto.

A deficiência de magnésio – caso raro – leva à insônia, taquicardia, dormência, formigamento e contração muscular contínua, ou seja, aquela cãibra que não deixa ninguém em paz.

Alimentos ricos em potássio<

Potássio não só contribui para acabar com as cãibras como também regula a pressão arterial, evita a hipertensão, cuida da saúde cardíaca e relaxa a musculatura.

Abacate contém mais potássio que a banana, o que é bom para cãibra.

A fruta mais famosa por conter potássio é a banana (cerca de 360 mg em uma banana prata). No entanto, outros alimentos contêm alta quantidade desse mineral. Veja quais:

  • Banana;
  • Abacate;
  • Espinafre;
  • Aveia;
  • Semente de girassol torrado;
  • Beterraba;
  • Amêndoa.

Esses alimentos não só são bons para cãibras como também são ótimos para evitar muitos outros problemas de saúde e, muitas vezes, um mesmo alimento contém mais de um nutriente que previne as contrações musculares.

Alimentos ricos em sódio

Quando ouvimos falar em sódio, lembramos que diversos alimentos são compostos desse mineral, e que seu excesso acarreta problemas de pressão arterial e doenças cardiovasculares.

Todavia, sódio e sal não são a mesma coisa e, por isso, devemos evitar os alimentos industrializados, pois são feitos à base de sódio e cloreto.

Para ter certeza do que está ingerindo, basta escolher alimentos compostos de sódio naturalmente, pois esse elemento é ideal para o bom funcionamento do organismo, já que regula o pH sanguíneo, melhora as funções renais e desempenha importante papel contra os problemas musculares.

O sódio pode ser encontrado em alimentos frescos, como os listados abaixo:

  • Alga kombu;
  • Arroz;
  • Caranguejo;
  • Farinha de soja;
  • Folhas de chá preto;
  • Mexilhão;
  • Salmão;
  • Pescadinha;
  • Tilápia.

Evite adicionar sal quando estiver preparando esses alimentos. Lembre-se que sal em excesso prejudica a saúde.

Alimentos ricos em tiamina

Outro nutriente que é bom para cãibra é a tiamina ou a vitamina B1, uma vitamina importante para o metabolismo dos carboidratos, ajuda a regular o gasto de energia e funciona como repelente natural.

Alguns alimentos que contêm tiamina são:

  • Gérmen de trigo;
  • Flocos de aveia;
  • Semente de girassol;
  • Amendoim;
  • Farinha de trigo integral;
  • Flocos de cereais;
  • Carne de porco assada;
  • Castanha de caju torrada;
  • Castanha-do-pará;
  • Levedura de cerveja em pó.

Como essa vitamina não é armazenada em quantidades consideráveis no organismo, é necessário consumir diariamente.

Como fazer para a cãibra passar?

Além dos alimentos ricos em nutrientes, existem outras opções para acabar com as cãibras e que são fáceis de serem postas em prática. Confira!

Faça alongamentos!

Não é preciso treinar durante horas para garantir uma noite sem os espasmos musculares: reserve alguns minutos para fazer um exercício de alongamento, que consiste em colocar o pé para frente, dobrar o joelho, enquanto estica a outra perna para trás.

Outro método bom para cãibras é dobrar o corpo para frente sem dobrar os joelhos ou se posicionar diante de uma parede, levantar os braços e esticar todo o corpo como se tentasse alcançar alguma coisa no alto.

Além de garantir uma boa noite de sono, os alongamentos também são importantes para preparar o corpo antes dos exercícios físicos.

Use compressa gelada ou quente

Também ajuda a combater as cãibra fazer compressa gelada ou quente. A primeira não só previne as contrações como também é ótima alternativa para sanar as dores imediatamente; a segunda também reduz a dor, pois contribui para a boa circulação sanguínea.

Portanto, não deixe de preparar uma compressa e confirmar os efeitos imediatos dessa ótima opção. Você pode manter a compressa por 10 minutos, verificando a temperatura para não queimar a pele (tanto gelada quanto quente).

Beba água

Quer alternativa mais acessível que a água? É através da água que hidratamos nosso corpo, a fim de mantê-lo saudável e funcionando corretamente. Isso garante músculos mais fortes e menos suscetíveis às temidas cãibras.

Viu como existem medidas fáceis para evitar e combater os espasmos musculares? Agora é só anotar os alimentos e as dicas extras e começar hoje mesmo a se cuidar.

Se você gostou deste artigo sobre o que é bom para cãibra, continue conosco! Temos outras publicações neste site que visam melhorar a qualidade de vida e a cuidar do bem-estar.

Até a próxima!

10 dicas de jogos estimulantes para idosos

Entre os principais transtornos que acometem os idosos, principalmente os que não têm o hábito de praticar jogos e demais exercícios físicos (principalmente a partir dos 65 anos), estão as deficiências cognitivas, principalmente as relacionadas com a perda da memória.

O problema é que, nessa fase, ocorre uma sensível deterioração de regiões do cérebro como o hipocampo, responsável por, entre outras coisas, permitir a memorização e a aprendizagem e regular as emoções.

Além disso, nessa fase, ocorre uma sensível diminuição do fluxo sanguíneo para o cérebro e da produção de hormônios responsáveis por certas funções do organismo, entre outras situações típicas do avançar da idade.

É aí que entra a importância fundamental dos jogos ou exercícios para idosos. Atividades como xadrez, damas, baralho, dominó, por exemplo, têm comprovada ação contra as doenças da velhice.

A maior parte, sem dúvida, estimula várias regiões do cérebro, bem como a atenção, o raciocínio rápido e a capacidade de resolver problemas lógicos. Tudo isso contribui (desde que praticado o mais cedo possível) para a impedir ou ao menos minimizar o trauma da perda progressiva e irreversível da memória – talvez o principal drama dessa fase da idade.

Deficiências cognitivas são as principais consequências da falta de de jogos e de exercícios ao longo da vida dos idosos.

Segue, portanto, uma lista com 10 atividades indicadas por especialistas, com o objetivo de ao menos minimizar os transtornos cognitivos resultantes da idade.

10 jogos estimulantes para idosos

1. Quebra-cabeças

Brincar de quebra-cabeças, desde a infância, pode ter efeitos benéficos por toda a vida de um indivíduo. É o que explica alguns pesquisadores da Universidade de Chicago.

O ideal é começar aos poucos e com poucas peças.À medida que evolui, o indivíduo exercita cada vez mais a capacidade de desenvolver habilidades matemáticas e espaciais. Isso ocorre porque essas atividades envolvem o lado direito do cérebro para pensar na melhor solução, enquanto o lado esquerdo é responsável por escolher as peças que deverão ser encaixadas. Assim, é fortalecida a capacidade de resolver problemas lógicos e emocionais.

Apesar de confundidos com meros passa tempos infantis, a capacidade dos quebra-cabeças de exercitarem os dois lados do cérebro é reconhecida cientificamente.

2.Praticar o hábito da leitura

Essa é uma técnica poderosa para o armazenamento de informações, tanto para idosos como para pessoas mais jovens. ler um bom livro (especialmente os clássicos) confere um poder regenerador para o espírito. Quando o que se apreendeu é compartilhado, é como se um milagre acontecesse e toda a informação ficasse retida no cérebro.

Uma pesquisa publicada na revista Social Science & Medicin, posta em prática pela Universidade de Michigan, concluiu que dos quase 3.700 indivíduos acompanhados por cerca de 12 anos, pelo menos 20% teve seu risco de morte reduzido em razão de exercitarem o cérebro com a leitura.

3. O jogo das diferenças

Este é um dos exercícios mais populares entre os idosos. Considerado quase imbatível, quando se trata de aguçar os sentidos e notar diferenças antes imperceptíveis, o jogo das diferenças vale para toda a vida.

Imagens aparentemente idênticas guardam diferenças que só podem ser percebidas por uma esforço bastante benéfico de atenção e consequente estímulo cognitivo.

4. Sudoku, caça-palavras ou palavras cruzadas

Esses são os clássicos para o exercício da memória e do raciocínio lógico. O caça-palavras estimula a curiosidade e a visão periférica, o sudoku, a memória e a lógica, enquanto as palavras cruzadas fornecem uma bagagem de conhecimentos gerais, ao passo que mantêm o cérebro ativo.

O sudoku, por exemplo, é um verdadeiro “achado” entre os idosos. Trata-se de um dos tipos de jogos mais indicados, principalmente porque exercita a memória, estimula a busca pelo raciocínio lógico e pela memória visual.

5.Dominó

Este é o passatempo preferido dos aposentados e boêmios. Para além de uma atividade lúdica e despretensiosa, o dominó é altamente capaz de desenvolver o raciocínio lógico, a tomada de decisões, ajudar a sair de situações difíceis, manter um convívio social diário, e, obviamente, trata-se de um jogo capaz de preservar a memória já na fase idosa.

6. Teatro, dança e atividades semelhantes

Sem dúvida, o convívio social, principalmente com indivíduos de várias idades, é o principal benefício dessa prática.

No entanto, a necessidade de memorizar passos, ritmos e melodia aumenta a autoestima. Além disso, é muito divertido. Por essa razão, essas atividades constam no hall dos principais jogos e exercícios para a terceira idade.

O aumento da autoestima é um dos fatores para que as danças de salão sejam tão populares como os jogos para idosos.

7. Cursos

Aprender algo novo é, sem dúvida, uma das melhores maneiras de manter a alma jovem e a mente sempre alerta.

Um curioso estudo publicado na revista Neurology, concluiu que aprender um segundo idioma é capaz de afetar determinadas regiões do cérebro e, inclusive, adiar o surgimento de doenças como o Mal de Alzheimer, por exemplo

8. Fazer lista de compras e não utilizá-la

Um bom hábito é realizar uma espécie de joguinho em que se listam todos os itens do supermercado, para que não se perca tempo, dinheiro e nem ganhe uma boa dose de estresse.

Que tal, ao fazer a lista, realizar a experiência de não olhar para ela durante as compras? Isso pode ser uma ferramenta a mais para um estímulo cerebral, já que no momento em que escrevemos algo aquelas informações acabam impressas na memória. Muitas pessoas se surpreendem com a capacidade de lembrar de boa parte das mercadorias que foram registradas na lista.

9.Ensinar algo a alguém

Ensinar algo é uma via de mão dupla. Você enriquece o seu espírito, dá um sentido à sua vida, aprende coisas novas, sente-se vivo e útil, sem contar que transfere todas essas sensações para outras pessoas.

Seja um vizinho, um animal de estimação, em uma pequena reunião de estudos, são inúmeras as formas de utilizar o seu conhecimento em prol do outro e, por tabela, enriquecer o seu espírito….

10. Realizar atividades de olhos fechados

Ações executadas de olhos fechados têm o poder de estimular todos os outros sentidos. Tato, audição, olfato, paladar, todos esses sentidos são obrigados a substituir a visão. Esse tipo de jogo pode estimular um idosos de várias maneiras e, ao longo do tempo, fará, sem dúvida, uma revolução na sua vida.

Agora que você já aprendeu 10 atividades que estimulam os idosos, que tal colocá-las em prática e nos dizer o que achou da experiência? Além disso, continue acompanhando nossas publicações para saber mais a respeito da saúde da terceira idade.

Até a próxima!

Dores nos ossos: o que significam? Há tratamento?

Apesar de não tão incomuns, as dores nos ossos costumam ser confundidas com lesões musculares ou até mesmo distúrbios nas articulações.

Mas o que caracteriza esse tipo de transtorno é o fato de que, mesmo em repouso, as dores não cessam. Elas persistem! Dolorosas e agudas. E quando duram mais de 8 dias, é o sinal de que algo não vai bem.

Distúrbios desse tipo, de acordo com a OMS, afetam 8 em cada 10 idosos e, por isso mesmo, já estão entre as principais doenças da “terceira idade”.

Juntamente com problemas neurológicos, circulatórios, hormonais, entre outros, os problemas ligados à estrutura óssea estão entre as principais queixas dos idosos, que passam a conviver com uma estrutura frágil, pouco flexível e estão sujeitos a quedas, traumas, entre outras consequências.

Uma combinação dramática entre a deterioração natural do organismo humano e os traumas provocados por quedas e lesões torna as dores nos ossos uma ocorrência praticamente inevitável em todas as faixas etárias.

Em muitos casos, o sintoma pode ser a consequência de doenças, como osteoporose, artrose, osteoartrose, dor neuropática, excesso de cirurgias e, até mesmo, o temido câncer nos ossos.

Em todo caso, o importante é que se tenha atenção a uma dor aguda, por mais de uma semana e sem nenhuma causa aparente.

Por trás de um sintoma simples, pode haver uma doença grave, começando a espraiar os seus tentáculos pelas regiões menos acessíveis do organismo. E o pior! Manifestando-se através de dor em locais sem nenhuma ligação com a moléstia.

Quais são as principais causas das dores nos ossos?

As situações que podem dar origem a um sintoma como esse podem ser dos tipos mais variados e, até mesmo, incomuns. Veja, abaixo, algumas delas:

1. Osteoporose

A doença, que afeta cerca de 10 milhões de brasileiros e causa 1 fratura a cada 3 segundos, geralmente é o resultado de uma dieta deficiente de cálcio e vitamina D, associada a uma predisposição genética.

O transtorno caracteriza-se pela lenta deterioração da massa óssea, que ocorre a partir da ação precoce dos osteoblastos, que realizam um processo natural de dissolução dos ossos, porém já não mais seguida de um processo de “formação da massa óssea”

2. Traumas

Quedas, brigas, acidentes automobilísticos ou situações semelhantes, podem levar à fratura de um osso. A dor é decorrente da ruptura do periósteo, uma membrana vascularizada que o reveste.

Sinais como inchaço, vermelhidão, dificuldade para andar, nítida deformidade do local, entre outras características, indicam a gravidade do caso.

3. Infecção dos ossos

A infecção óssea ou osteomielite é causada por bactérias ou, mais raramente, por um vírus. O micro-organismo instala-se nos ossos após um trauma profundo, cirurgias, utilização de próteses ou mesmo devido a uma infecção.

Geralmente, é acompanhada por febre alta, inchaço, vermelhidão e secreção de pus.

4. Gripe

A gripe, por mais estranho que possa parecer, também pode apresentar como sintoma uma aguda dor nos ossos da face. Esse fenômeno ocorre, geralmente, pelo acúmulo de secreções na cavidade nasal. A dor desaparece com a gripe ou pode ser combatida por meio de antibióticos e anti-inflamatórios, inalações e ingestão de pelo menos 2 litros de água por dia, entre outras ações.

5. Metástase óssea

Nesse caso, trata-se do fenômeno da proliferação de células cancerosas por todo o organismo. Quando isso acontece, os ossos também são duramente atacados por inflamações agressivas e dolorosas.

O oncologista é o profissional capaz de avaliar cada caso e decidir o método mais adequado para combater o sintoma.

6. Leucemia

Em poucas palavras, a leucemia pode ser definida como um câncer das células que constituem o sangue. A dor nos ossos é um dos sintomas mais comuns, por exemplo, da leucemia mieloide, que se caracteriza pelo aumento exagerado de glóbulos brancos defeituosos.

Por ser um tipo de “leucemia de crescimento rápido”, manifesta-se por sintomas, como cansaço, perda de peso, infecções e dor na estrutura musculoesquelética.

Como melhorar esses sintomas?

1. Descanso

O descanso, para o caso de dores nos ossos, ainda é o melhor remédio, principalmente quando já se conhece a causa do transtorno.

Quando a dor começa, é necessário evitar a pressão exercida nos ossos pelo contato com o solo. Algumas sessões de alongamento e compressas de gelo completam o tratamento, sem dúvida, paliativo.

2. Mudança na dieta

Uma dieta à base de ômega 3, vitamina D, E, cálcio e ferro, basicamente, ajuda a prevenir a osteoporose e potencializar a formação óssea.

Além disso, o consumo equilibrado de açúcares e gorduras permite uma adequada absorção do cálcio pelo organismo.

Sem contar que o excesso de peso cria as condições ideais para dores musculares, nas articulações e, como não poderia deixar de ser, nos ossos.

Uma dieta equilibrada fornece os nutrientes necessários e combate a agressiva desmineralização dos ossos.

3. Utilize suplementos diários

Entre os vários “presentes” trazidos pelos tempos modernos, está uma drástica queda na qualidade da alimentação dos indivíduos.

A oferta cada vez maior de fast-food, em detrimento da alimentação caseira, contribui para a baixa ingestão de vitaminas e nutrientes.

É aí que entra o poder “milagroso” dos suplementos vitamínicos. Uma maneira simples, rápida e sempre à mão de manter a ingestão diária recomenda de vitaminas e sais minerais.

Há tratamentos naturais?

1. Chá de urtiga

O chá de urtiga é um poderoso diurético e anti-inflamatório, muito recomendado para os casos de inflamações, líquidos nas articulações e dores nos ossos.

Ele geralmente é utilizado na forma de infusão, com 1 colher de sopa de urtiga para 1 litro de água.

A planta (devidamente higienizada) deve permanecer sob fervura por 3 minutos. Após esse prazo, o recipiente deve ser abafado por cerca de 10 minutos. Isso é suficiente para que sejam liberadas as suas propriedades curativas.

Dores nas articulações e nos ossos, associados ou não à presença de líquidos, podem ser combatidos com essa infusão.

*Coar e tomar entre duas a três xícaras diárias entre as  principais refeições.

2. Gengibre

Poderoso analgésico e anti-inflamatório, o Zingiber Officinale é originário da Índia, mas, de tão popular que se tornou cá por essas bandas, já é “figurinha carimbada” em feiras, supermercados, mercearias e lojas de produtos naturais. O difícil mesmo é saber onde não encontrar essa “planta mágica”.

Sua capacidade de aliviar a dor, eliminar toxinas e recuperar o bom funcionamento das articulações é bastante conhecida.

O gengibre pode ser utilizado em sucos, misturado aos alimentos ou, até mesmo, in natura.

No entanto, ele exibe toda a sua força mesmo é na forma de infusão. Na proporção de 1 colher de sopa de gengibre ralado para 250 mL de água fervida.

Após abafar por cerca de 10 minutos, poderá consumir ao menos 2 xícaras diárias entre as refeições.

Uma “planta mágica”, é como o gengibre também é conhecido.

3. Couve

Eis a fonte de cálcio por excelência! Para se ter uma ideia, essa hortaliça consegue possuir mais cálcio e magnésio do que o próprio leite de vaca!

Além do mais, é uma importante fonte de potássio, ferro, fósforo, vitaminas A, B e C – todas as substâncias que auxiliam na prevenção da osteoporose.

Para o combate à dor nos ossos, o recomendado é utilizar as folhas cozidas, batidas com sucos ou cruas em saladas.

Com mais cálcio do que o próprio leite de vaca, a couve é considerada uma das maiores aliadas dos ossos.

4. Chá de ulmária

A ulmária é uma planta muito comum em Portugal, mas também bastante utilizada no Brasil. A sua ação anti-inflamatória e na circulação sanguínea é conhecidíssima, além de ser um diurético natural.

Também deve ser utilizada na forma de infusão, na proporção de 1 colher de sopa da erva seca para 500 mL de água fervida por cerca de 8 minutos.

Logo após, deve ser abafado por uns 5 minutos. E pronto! Eis um elixir dos deuses! que deve ser tomado antes das principais refeições.

Após uma longa viagem pelo oceano Atlântico, a ulmária tornou-se, no Brasil, uma das armas contra distúrbios como as dores nos ossos.

5. Ácidos graxos e ômega 3

O ômega 3 ou “ácidos graxos” são lipídios encontrados em grande quantidade em peixes, como: salmão, bacalhau, peixe azul, atum e, em uma menor qualidade, em sementes, frutas secas, óleo de girassol, azeite de oliva, óleo de milho, brócolis, couve, espinafre etc.

Sua ação analgésica e especialmente no combate às inflamações ósseas é apenas parte das suas infinitas qualidades reconhecidas em todo o mundo.

Para obter a substância por meio da alimentação, recomenda-se a ingestão de pelo menos 2 porções de 100 g de peixes por semana.

No entanto, a sua apresentação na forma de suplementos produz excelentes resultados.

Os ácidos graxos ajudam a proteger músculos, ossos e articulações.

6. Raiz de bardana

A bardana-maior, erva-dos-pergamassos, orelha-de-gigante, entre outras denominações populares, é outro excelente anti-inflamatório rico em ômega 3.

Também deve ser consumido na forma de infusão, na proporção de 1 colher de chá da raiz para 200 mL de água. A raiz deve ser acrescentada à água fervida e abafada por cerca de 5 minutos.

Além de um anti-inflamatório natural, a bardana é rica em ômega 3.

*O recomendado é não mais que 3 xícaras por dia.

7. Chá de alfafa

Por fim, essa leguminosa da família das Fabaceae, famosíssima por ser uma fonte de vitamina A, C, D, E, K, complexo B, além de ferro e cálcio. Enfim! Praticamente tudo o que os ossos e as articulações precisam para manterem-se resistentes e saudáveis.

Ingredientes:

500 mL de água;

50 g de alfafa (1 xícara de chá)

Modo de preparo:

Ferva a água, junte a leguminosa, abafe por 5 minutos e tome pelo menos 2 xícaras por dia.

Fonte de vitamina A, C, D, E, K, complexo B, além de ferro e cálcio, a alfafa é um dos vegetais mais ricos que existem.

Que médico procurar?

É praticamente um consenso a opinião de que a automedicação é um dos principais entraves para o combate efetivo de uma doença. Pois somente um especialista terá o controle das ações capazes de levar a um resultado satisfatório.

Segue, portanto, uma lista com os principais especialistas recomendados para um efetivo tratamento de dores nos ossos.

1. Clínico geral

Esse é o profissional que, digamos, irá fazer o primeiro atendimento e, se necessário, encaminhá-lo para um especialista. Por estar mais próximo ao paciente, conhece todo o seu histórico médico e, dessa forma, consegue criar uma espécie de roteiro para o tratamento.

Toda a ocorrência em adultos que não envolve cirurgias ou transtornos do aparelho reprodutivo pode ser acompanhada por um clínico geral. É ele quem solicita e analisa exames, indica tratamentos e fornece os dados necessários para o especialista.

Faz também avaliações que antecedem cirurgias, realiza campanhas de prevenção a doenças (muitas vezes ligadas ao governo), solicita check-ups, faz anamneses, entre outros procedimentos considerados a base da medicina clínica.

Ele é o primeiro passo a ser dado em situações menos complexas, como deficiências nutricionais, problemas circulatórios, depressão, ansiedade, sintomas gástricos, dores de cabeça, diabetes, vacinas, desconforto cardiovascular simples, entre outros.

2 .Reumatologista

O reumatologista é o profissional que trata dos processos inflamatórios nas articulações. Transtornos como artrose, osteoartrose, fibromialgia, artrite reumatoide, entre outras afecções semelhantes, formam o campo de atuação desse especialista.

Sintomas como dores nos ossos, nas articulações (e dificuldade para movimentá-las), inchaço e vermelhidão, devem ser avaliados por um reumatologista. Por intermédio de medicamentos e atividades físicas, ajudará o indivíduo a recuperar a sua antiga condição.

A anamnese é a grande arma desse profissional. A posse de informações completas sobre o histórico de saúde do paciente, e da evolução dos sintomas, determina os rumos do tratamento.

3. Ortopedista

Um ortopedista trata dos transtornos diretamente relacionados com os ossos. Fraturas, luxações, torções, ruptura dos ligamentos, lesões do menisco, problemas congênitos, entre outros, devem ser tratados por esse profissional.

É muito comum que haja confusão entre o reumatologista e o ortopedista. Na verdade, na maioria das vezes, eles trabalham em conjunto para o tratamento dos chamados “transtornos musculoesqueléticos”, sendo que o primeiro utiliza técnicas que envolvem reabilitação e medicamentos, enquanto o segundo utiliza a cirurgia como o principal procedimento.

4. Traumatologista

A função do traumatologista confunde-se, em alguma medida, com a de um ortopedista. Nos hospitais, essas duas especialidades ocupam um mesmo setor e são indicadas em conjunto nos casos de traumas resultantes de um choque mecânico.

No entanto, a função do traumatologista abrange um maior espectro de lesões, pois atua após acidentes automobilísticos, quedas, acidentes de trabalho, traumatismo craniano, entre outras situações onde houver algum tipo de violência física com suspeita de fratura óssea.

Indivíduos com queixas de dores nos ossos podem beneficiar-se dos seus cuidados, já que algumas das suas incumbências dizem respeito à reabilitação e/ou recuperação da estrutura óssea, bem como das funções relacionadas com o movimento, geralmente em parceria com ortopedistas, radiologistas, fisioterapeutas, entre outros profissionais.

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Exercícios para idosos: 8 dicas essenciais e seus benefícios

Manter o corpo em movimento é importante para todas as pessoas, independentemente da idade. No entanto, conforme o tempo vai passando, a atividade física vai ganhando ainda mais importância. Por conta disso, exercícios para idosos são bastante recomendados.

Nessa fase da vida, o fortalecimento dos músculos é essencial para a sua qualidade. Sem contar que as atividades ajudam a manter a flexibilidade do corpo e reduzem as dores provenientes de doenças físicas.

Como o corpo vai se tornando mais fraco com o passar dos anos, os exercícios ajudam a amenizar os seus sintomas, prevenindo até as quedas comuns nessa fase, que tanto prejudicam. Também ajuda a manter o peso, evitando a obesidade, que facilita o aparecimento de doenças em pessoas de todas as idades.

É importante saber como os exercícios físicos devem ser realizados por idosos. Por isso, conheça agora 8 sugestões para fazer essa prática de modo eficiente e todos os seus benefícios.

Quais os exercícios indicados?

A carga horária mínima de exercícios deve ser a mesma indicada para pessoas mais jovens: 150 minutos por semana, em ritmo moderado.

A rotina pode variar e incluir tanto exercícios aeróbicos quanto os que trabalham alguma parte específica do corpo.

Lembrando que, para que os exercícios físicos tenham seus efeitos potencializados, é importante manter uma dieta balanceada e supervisão médica e/ou de um profissional de educação física.

Confira 8 exercícios físicos ideais para idosos.

1. Bicicleta

Pedalar é uma ótima opção, tanto para fortalecer o corpo quanto para a prevenção de alguns males.

No aspecto físico, as articulações são as principais beneficiadas. As localizadas nos tornozelos, joelhos e quadris são as mais trabalhadas durante a prática. Os músculos também são fortalecidos, principalmente os das pernas e abdômen.

Já na prevenção de doenças, andar de bicicleta alivia as dores provenientes da artrite, baixando também a pressão arterial e a fadiga.

Andar de bicicleta pode dar a um idoso a vitalidade de um jovem.

Pedalar faz tão bem que, se uma pessoa de 70 anos se exercitar regularmente, pode ter uma capacidade aeróbica similar à de um indivíduo de 30 anos que não tem uma atividade física regular.

2. Yoga

A yoga une a força e o equilíbrio, trazendo benefícios incríveis.

Muito completo, esse exercício físico também é indicado para idosos. Ajuda o corpo a ficar mais flexível e se manter estável, melhorando a postura e ajudando a evitar as quedas comuns nessa idade.

Isso se dá pelo fato de a atividade física exigir equilíbrio e força.

Além disso, é uma excelente forma para alongar e tonificar os músculos. A yoga também diminui a chance de momentos de estresse e ansiedade e melhora a pressão arterial.

Os benefícios não se restringem à parte física: a memória é muito estimulada, assim como a capacidade de se concentrar.

3. Pilates

Este é um exercício excelente pelo seu baixo impacto.

Assim como a yoga, essa atividade também deixa o corpo mais flexível, estimulando a força e a coordenação dos movimentos e favorecendo a postura.

Como não tem muito impacto, é um excelente exercício para idosos, pois é seguro.

Os músculos são bastante exigidos na prática, e isso tem benefícios, mesmo alguns deles não tão relacionados a ela. Um exemplo é o controle da urina e de outras impurezas produzidas pelo corpo. Consequentemente, evita-se a incontinência urinária e a fecal.

As dores comuns da terceira idade, bem como a artrose, tem seus efeitos minimizados graças ao estímulo dado ao corpo durante a atividade física.

4. Hidroginástica

Os exercícios na piscina fortalecem vários órgãos.

A água, por si só, é um relaxante natural. Por isso, este exercício físico é um poderoso estimulante para idosos.

Além disso, alivia as dores e estimula a força do corpo, evitando a fraqueza decorrente da perda de massa muscular que normalmente ocorre com o passar dos anos.

A hidroginástica também é ótima para os pulmões e melhora o ritmo do coração.

Os ossos também se fortalecem com uma rotina de exercícios. Uma pessoa idosa corre mais riscos de fraturas em uma queda, e a hidroginástica ajuda a manter a densidade óssea, que se perde com o tempo, prevenindo também a osteoporose.

5. Alongamento

Primeiramente, antes e depois de qualquer exercício físico, para idosos ou não, é necessário alongar o corpo. Os movimentos são facilitados e também auxiliam nos afazeres do dia a dia, tornando o idoso muito mais ativo e feliz.

Com o passar dos anos, ações triviais como subir escadas, amarrar os sapatos ou fazer algo na cozinha se tornam cada vez mais difíceis. Se o idoso sempre foi uma pessoa independente, apenas isso causa uma grande queda em sua qualidade de vida.

O alongamento é importante em todos os exercícios físicos para idosos.

As articulações e músculos ficam muito mais rígidos, tornando as lesões muito menos frequentes.

Por isso, o alongamento é uma solução eficaz para aumentar a qualidade de vida dos idosos.

6. Natação

A natação é completa e beneficia o idoso em todos os aspectos.

A natação não exclui a hidroginástica da agenda de exercícios para idosos e vice-versa. Mesmo que ambos sejam praticados em uma piscina, são diferentes e podem atuar de maneira complementar.

Muito completo, o esporte atua nos músculos, fortalecendo-os, tendo o mesmo efeito sobre as articulações, tornando mais difícil o aparecimento de lesões.

Na parte óssea, evita a osteoporose e a fraqueza, o que poderia facilitar o surgimento de uma fratura.

O risco de diversas doenças diminui, por exemplo, hipertensão e diabetes.

7. Caminhada

O tempo não precisa ser longo: 30 minutos podem ser suficientes para sentir os bons efeitos. Mas o tempo pode ser maior, conforme a prática for se tornando mais familiar.

O ideal é fazer a atividade com uma frequência regular, podendo ser três vezes por semana.

A caminhada também é uma ótima oportunidade para se socializar.

Quanto às vantagens, os músculos e articulações ficam mais fortes, e o ritmo do coração é gradativamente melhorado.

Para que o idoso aproveite plenamente este exercício físico, é fundamental contar com um par de tênis bem confortável e apropriado para caminhadas, com sistema de amortecimento. A postura também ajuda a sentir os seus efeitos positivos: as costas e ombros devem estar firmes e retos.

Além dos benefícios físicos, a caminhada ajuda a socializar com outras pessoas e contribui para a independência do idoso.

8. Corrida

Como um exercício físico que exige mais do idoso do que a caminhada, por exemplo, pode ser necessária uma preparação antes de iniciar a prática regular. Os trabalhos são feitos para aumentar a flexibilidade do corpo e preparar as articulações, a fim de evitar lesões.

As sessões também podem ser de 30 minutos e deve-se respeitar o ritmo do corredor, embora seja uma ótima sugestão aumentá-lo aos poucos.

O primeiro benefício da corrida é notado na respiração, que é intensificada no momento da atividade. Também é possível perceber uma mudança positiva no equilíbrio do idoso.

A corrida deve ser iniciada após uma preparação.

Assim como na caminhada, é fundamental ter um bom par de tênis e alongar antes da atividade.

Você acabou de conhecer 8 dicas de exercícios físicos para idosos. A seguir, veja, de uma forma geral, os benefícios dessa prática nessa fase da vida.

Quais são os benefícios dos exercícios para a terceira idade?

As vantagens são físicas, mentais e também psicológicas.

O corpo sente de uma forma positiva o fim de uma vida sedentária e o começo de uma atividade física regular. Mas não são apenas os benefícios citados no tópico anterior que podem ser considerados. Outros são importantes no mesmo grau.

Primeiramente, o sono melhora muito, tornando-se mais profundo e regenerador. O tempo entre deitar na cama e adormecer diminui consideravelmente.

O idoso se torna mais independente, pois fica ativo e se sente jovem. A consequência disso é a felicidade e a plenitude.

Os exercícios físicos para idosos também são ótimos para prevenir e combater a depressão, justamente por fazerem muito bem à autoestima.

Neste tópico, inclusive, vale mencionar os efeitos visuais que uma prática de exercícios regular provoca: o corpo fica mais bonito e olhar-se no espelho passa a ser uma tarefa mais prazerosa.

Lembrando que as práticas também ajudam a manter o peso sob controle.

O medo de executar tarefas básicas, por medo de cair ou até mesmo por cuidados excessivos de pessoas próximas, é minimizado. Isso ocorre não só por estar mais ativo fisicamente, mas também mentalmente.

O cérebro do idoso é um grande beneficiado nos exercícios físicos. As funções cognitivas seguem funcionando de forma plena, evitando perda de memória e demência. Uma consequência disso é a prevenção ou paralisação do Mal de Alzheimer.

Isso faz também com que outros hábitos, não relacionados à atividade física, sejam adotados ou continuados. A leitura e a escrita são dois exemplos disso.

Outras doenças podem ser evitadas com a prática regular de atividades físicas por idosos: diabetes, doenças do coração, cancro da mama e do cólon, osteoporose, entre outros.

Você acabou de conhecer os benefícios de exercícios físicos regulares para idosos. Para que as modalidades citadas no decorrer do texto tenham ainda mais efeito, é importante que o praticante sinta prazer e procure fazer o que se identifica mais.

Fazendo algo que goste e com a sensação de prazer, sem parecer algo imposto ou feito por obrigação, os resultados são vistos e sentidos de maneira muito mais nítida.

Para saber mais sobre como melhorar a qualidade de vida dos idosos, conheça o blog e leia os outros textos. Acompanhe também as atualizações do site, com muitas outras dicas e novidades.

Se houver dúvidas sobre exercícios para idosos, não hesite em comentar. Aproveite e, se tiver, conte uma experiência própria no assunto. Ler histórias reais é importante para uma melhora na qualidade de vida.

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