Vitaminas para idosos: entenda a importância da ingestão periódica

O que são vitaminas e por que elas são importantes para o nosso corpo?

Vitaminas são substâncias encontradas em pequenas quantidades no organismo, cuja principal função é auxiliar na grande parte dos processos metabólicos e garantir que eles ocorram de maneira adequada.

Há mais de uma dezena de vitaminas muito importantes para o correto funcionamento celular, dos tecidos e sistemas do corpo, cada uma com uma função específica.

Durante o processo de envelhecimento, não ocorrem deficiências de vitaminas por problemas de absorção. No entanto, existem certos medicamentos frequentemente usados pelos idosos que aumentam o risco das deficiências vitamínicas, como é o caso dos remédios contra a gastrite.

Ainda, devido à má educação alimentar – condição comum em idosos –, algumas vitaminas podem ser encontradas em quantidades menores do que as recomendadas.

Todos precisam de vitaminas para o funcionamento correto do organismo, especialmente os idoso.

Vitaminas e minerais para os idosos

São necessários mais de 40 nutrientes para o adequado funcionamento do corpo humano, todos obtidos por meio da alimentação saudável, que é a chave para um envelhecimento com qualidade de vida.

É sempre bom conhecer as vitaminas e os minerais mais importantes para a saúde dos idosos. Esses nutrientes essenciais estão relacionados abaixo.

Vitaminas do complexo B

  • A vitamina B1 é responsável por converter os carboidratos ingeridos em energia para o funcionamento dos tecidos nervoso, muscular e, também, do coração. Melhora a atividade mental e previne o surgimento de doenças psiquiátricas, principalmente nos idosos. Alguns alimentos fontes de vitamina B1 são: ovos, milho, leite e amendoim.
  • Essencial para o processo metabólico, a vitamina B3 transforma os alimentos em energia e auxilia na diminuição do colesterol. Fontes de vitamina B3: carnes, peixes, ovos e leite.
  • A vitamina B5 regula a quantidade de energia do organismo, diminuindo o estresse físico e mental. O abacate, as carnes bovina e de frango, leite e derivados, legumes e ovos são alimentos ricos em B5.
  • A vitamina B6 é essencial para a formação de anticorpos e da hemoglobina – pigmento que transporta o oxigênio dos vasos sanguíneos para todos tecidos do corpo. É encontrada em frutas – especialmente na banana –, em ovos, carne e leite.
  • Fundamental para a síntese de proteínas, a vitamina B9 também é responsável por auxiliar na formação de células novas. São alimentos ricos em B9: lentilha, fígado, vegetais verdes-escuros, melão e peixe.
  • A vitamina B12 exerce um papel fundamental na absorção de alimentos, mantém o sistema nervoso saudável – contribui na formação de novas células e previne quadros de demência –, evita problemas cardiovasculares e é um componente utilizado na formação do tecido sanguíneo, sendo, portanto, útil na prevenção da anemia. A carne é a principal fonte de vitamina B12. Por exemplo, uma porção de 150 a 200 g de carne bovina supre praticamente toda a necessidade diária da vitamina em um indivíduo adulto.

Vitamina C

Esse nutriente auxilia no fortalecimento do sistema imunológico, é um eficaz antioxidante, melhora o processo de absorção do ferro e aumenta a resistência dos capilares sanguíneos. Especialmente em idosos, é importante na prevenção da catarata.

As principais fontes de vitamina C são as frutas cítricas, sendo um copo de suco de laranja por dia o suficiente para suprir sua quantidade recomendada.

Vitamina D

Aproximadamente 90% da vitamina D é obtida por meio da exposição à luz solar e 10% pela alimentação. É essencial para a absorção de cálcio e fósforo, combate a enxaqueca e fortalece dentes e ossos.

Como fonte de vitamina D, recomenda-se tomar de 10 a 20 minutos de sol por dia – dando preferência para os primeiros horários a partir do nascer do sol –, além de ingerir peixes de água salgada, ovos, leite e derivados.

Vitamina E

A vitamina E protege as células dos efeitos dos radicais livres e melhora a função imunológica.

Uma espiga de milho tem um terço da quantidade diária recomendada para um adulto. Também pode ser encontrada no abacate, na cenoura e no tomate.

Cálcio

O cálcio é o principal mineral constituinte dos ossos e dentes. A absorção de quantidades adequadas desse mineral garante força e resistência a essas estruturas.

Também ajuda a regular os batimentos cardíacos, a contração e relaxamento das fibras musculares e as funções nervosas.

Leite e derivados são as grandes fontes de cálcio. Vegetais e proteína animal são outras boas formas de obtenção desse mineral.

Ferro

Mineral de suma importância para a fisiologia humana, o ferro é o nutriente que auxilia o transporte de oxigênio, por meio do sangue, para todo o corpo. Deve ser consumido diariamente por todos os indivíduos.

Carne vermelha, legumes e vegetais verdes-escuros são ótimas fontes de ferro.

Iodo

O iodo é responsável pelo correto funcionamento da glândula tireoide, que concentra 75% da substância presente no organismo.

Os frutos do mar são as melhores fontes de obtenção do iodo. Devido a uma determinação do Ministério da Saúde, o sal de cozinha é comercializado na forma iodada, no intuito de reduzir os problemas associados à tireoide.

Potássio

Esse elemento é fundamental para o trabalho neuromuscular, porque age na contração dos músculos e ajuda na manutenção da pressão sanguínea.

A banana, o espinafre e a laranja são ótimas fontes de potássio.

Zinco

O zinco atua na síntese de proteínas, garante o bom funcionamento do sistema imunológico e mantém a adequada sensibilidade dos sentidos do gosto e cheiro.

Assim como ocorre com o suprimento de vitamina B12, o consumo diário de uma porção de 150 a 200 g de carne bovina garante a quantidade de zinco necessária para as funções orgânicas.

Do café da manhã ao jantar, uma alimentação saudável e variada garante todas as vitaminas que um idoso precisa é fonte de qualidade de vida.

Quais as vitaminas mais importantes para a 3ª idade?

Uma alimentação saudável, que apresenta quantidades adequadas das vitaminas B6, B12, C, D e E, é uma ótima aliada de um organismo que passa pelos desafios de uma idade mais avançada.

No entanto, é importante ter em mente que, em certos casos, o idoso pode não ter o aporte necessário dessas vitaminas por meio da alimentação. Quando isso acontece, a ingestão diária de um multivitamínico adequado à idade pode ser a solução mais conveniente.

Assim, além do suprimento adequado das vitaminas B6, B12, C, D e E, os multivitamínicos proporcionam quantidades necessárias de cálcio, tiamina (B1), riboflavina (B2) e niacina (B3). Esses três últimos elementos são vitaminas que agem na regulação do metabolismo corpóreo.

Por que a falta de vitamina B12 é comum entre os idosos?

Centenas de bons trabalhos científicos ao redor do mundo indicam que aproximadamente 10 a 15% das pessoas com mais de 65 anos sofrem de deficiência de vitamina B12.

A causa primária é a menor ingestão de carnes. E há dois fatores em destaque que justificam a diminuição do consumo desses alimentos: a dificuldade de mastigação e os sintomas decorrentes de problemas no processo digestivo – os idosos frequentemente relatam a sensação de “peso” após ingestão de carnes.

Todavia não se pode esquecer que a vitamina B12 é essencial para a manutenção da saúde mental – assim como para a prevenção de distúrbios neurológicos – e evita a anemia, que é um problema sério e comum na terceira idade.

O uso de medicamentos da família do omeprazol, por tempo prolongado, é fator de risco de deficiência de vitamina B12.

Outra informação importante: a vitamina B12, para ser absorvida, precisa de uma substância que é produzida no estômago e ativada no intestino. Essa substância é denominada fator intrínseco.

Após os 65 anos de idade, ocorre uma redução na produção e na ativação do fator intrínseco, condição que prejudica ainda mais o aproveitamento dessa vitamina.

Quais as principais doenças associadas às faltas de vitaminas?

Algumas das principais doenças associadas a deficiências de vitaminas são:

  • Falta de vitamina B1: pode ocasionar o surgimento de doenças psiquiátricas, principalmente em pessoas da terceira idade;
  • Falta de vitamina B3: pode ser fator de risco para diarreia, perda do apetite, emagrecimento, cansaço, insônia, irritabilidade, depressão e problemas de pele;
  • Falta de vitamina B5: insônia, queda de imunidade, problemas neurológicos, cansaço e dores musculares são sintomas e sinais clínicos mais comuns nesse caso;
  • Falta de vitamina B6: ingestão deficitária dessa vitamina pode gerar sérios problemas imunológicos e de hipóxia (falta de oxigênio) nos tecidos do corpo, fazendo a pessoa manifestar cansaço fácil;
  • Falta de vitamina B9: há um comprometimento orgânico geral devido a falhas na síntese de proteínas. O funcionamento celular fica comprometido, demonstrado por meio de sintomas como distúrbios neuromusculares e cansaço fácil;
  • Falta de vitamina B12: além da severa anemia, a falta desse nutriente causa distúrbios neurológicos e psiquiátricos graves, especialmente em pessoas idosas;
  • Falta de vitamina C: sérios danos fisiológicos são observados diante da falta dessa vitamina, como queda da imunidade (condição que favorece infecções e debilitação geral), anemia severa, fraqueza, problemas circulatórios e catarata, principalmente em idosos;
  • Falta de vitamina D: enfraquecimento generalizado de dentes e ossos;
  • Falta de vitamina E: problemas de pele e queda da imunidade são os principais distúrbios nesses casos.
Distúrbios neuromusculares, dores e cansaço fácil são sintomas que indicam deficiências de vitaminas em pessoas da melhor idade.

Para uma vida saudável na terceira idade, é fundamental adotar uma dieta equilibrada, composta por todos os grupos alimentares nas porções corretas, seguindo as orientações de um médico e um nutricionista.

Para o correto funcionamento do corpo humano, são necessários mais de 40 nutrientes, os quais somente são obtidos através dos alimentos.

Pessoas com mais de 65 anos de idade precisam de quantidades maiores de alimentos ricos em fibras. Ainda, é indispensável beber, no mínimo, oito copos de água por dia. Isso promove o bom funcionamento do intestino.

O arroz integral e o pão integral são alternativas bastante saudáveis e devem ser incluídos na dieta.

É importante, também, reduzir o consumo de açúcares, gorduras saturadas e sal.

Consultar regularmente um médico e um nutricionista é uma atitude inteligente, garantia de qualidade de vida na melhor idade.

Manter uma alimentação saudável, rica em vitaminas, é parte fundamental do processo de envelhecimento com qualidade de vida.

Gostou do artigo? Então curta, compartilhe com os amigos e adote um estilo de vida saudável!

Doença arterial coronariana: causas, como identificar e tratamento adequado

A doença arterial coronariana é uma condição comum, mas que precisa ser prevenida e tratada.
O que é doença arterial coronariana?

As doenças cardiovasculares são bastante comuns entre as pessoas de vários países, e isso é um sinal de alerta. Estima-se que até 2040, o Brasil já tenha se tornado o país com o maior número de mortes por doenças cardiovasculares no mundo. A doença arterial coronariana é um desses problemas que afeta muitas pessoas no nosso país.

Assim como boa parte das doenças, ela é causada por hábitos ruins que temos no dia a dia e pode ser prevenida apenas adotando um estilo de vida saudável. Neste artigo, vamos falar com detalhes sobre a doença arterial coronariana, quais são as suas causas, tratamentos e como evitar o seu desenvolvimento.

A doença arterial coronariana se desenvolve quando os principais vasos sanguíneos que fornecem sangue, oxigênio e nutrientes ao sangue do coração, também chamados de artérias coronárias, acabam ficando danificados ou doentes. Ela geralmente começa com depósitos contendo colesterol (chamados de placa) nas artérias e inflamação.

Quando a placa se acumula, ela estreita as artérias coronárias, diminuindo o fluxo sanguíneo para o coração. Eventualmente, a diminuição do fluxo sanguíneo pode causar dor torácica (angina), falta de ar ou outros sintomas da doença arterial coronariana.

É preciso ter muito cuidado, pois quando ocorre um bloqueio completo, a pessoa pode sofrer um ataque cardíaco.

Como a doença da artéria coronária geralmente se desenvolve ao longo de muitos anos, a pessoa pode não perceber o problema até ter um bloqueio significativo ou um ataque cardíaco.

Entretanto, existem várias coisas que podemos fazer para prevenir e tratar a doença arterial coronariana. Uma das principais formas de evitar o seu desenvolvimento é a adoção de um estilo de vida mais saudável, evitando alimentos gordurosos e praticando exercícios físicos.

Quais as principais causas dessa doença?

A doença arterial coronariana atrapalha a circulação do sangue que vai para o coração.

A doença arterial coronariana começa com danos ou lesões na camada interna de uma artéria coronária. Esses danos podem começar a qualquer momento da vida de uma pessoa, até mesmo na infância. Isso pode ser causado por vários fatores, incluindo:

  • Fumar
  • Pressão arterial elevada
  • Colesterol alto
  • Diabetes ou resistência à insulina
  • Sedentarismo

Uma vez que a parede interna de uma artéria é danificada, os depósitos de gordura feitos de colesterol e outros produtos de resíduos celulares tendem a se acumular no local da lesão em um processo chamado aterosclerose.

Se a superfície da placa quebrar ou se romper, as células do sangue chamadas plaquetas aglomerarão no local para tentar reparar a artéria. Só que essas células podem acabar bloqueando a artéria, levando a um ataque cardíaco.

Existem também alguns fatores de risco aos quais precisamos ficar atentos. Esses fatores são:

  • Idade – pessoas mais velhas têm uma saúde mais frágil e sofrem mais com o risco de ter artérias danificadas e estreitadas.
  • Sexo – os homens geralmente correm maior risco de desenvolver a doença arterial coronariana. No entanto, o risco para as mulheres aumenta após a menopausa.
  • Histórico familiar -pessoas que têm histórico familiar de doença cardíaca correm um maior risco de sofrer com a doença arterial coronariana, principalmente se um parente próximo desenvolveu doença cardíaca em uma idade precoce.
  • Cigarro – as pessoas que fumam têm um risco significativamente maior de desenvolver alguma doença cardíaca. A exposição de outros indivíduos como fumantes passivos também aumenta esse risco.
  • Pressão arterial elevada – a pressão arterial elevada não controlada pode resultar em endurecimento e espessamento das artérias, diminuindo o canal através do qual o sangue pode fluir.
  • Níveis elevados de colesterol no sangue – Níveis elevados de colesterol no sangue podem aumentar o risco de formação de placas e aterosclerose. O colesterol elevado pode ser causado por um alto nível de lipoproteína de baixa densidade (LDL), conhecido como o colesterol “ruim”.

Um baixo nível de lipoproteína de alta densidade (HDL), conhecido como “bom” colesterol, pode ser um sinal de aterosclerose.

  • Diabetes – a diabetes também está associada a um risco aumentado de doença arterial coronariana. A diabetes tipo 2 e a doença arterial coronarianacompartilham fatores de risco semelhantes, como obesidade e pressão arterial elevada.
  • Sobrepeso ou obesidade -o excesso de peso é um problema que geralmente piora outros fatores de risco.
  • Falta de exercícios físicos – a falta de exercícios físicos também está associada à doença coronariana e alguns dos seus fatores de risco.
  • Muito estresse – o excesso de estresse pode danificar suas artérias e piorar outros fatores de risco para a doença arterial coronariana.

Os fatores de risco geralmente ocorrem juntos ou um podem acabar desencadeando o outro, como a obesidade, por exemplo, que leva à diabetes tipo 2 e pressão arterial elevada.

É preciso ter bastante cuidado se você estiver dentro de mais de um fator de risco, pois, quando agrupados, alguns deles colocam você em risco ainda maior de desenvolver a doença arterial coronariana.

Um exemplo é a síndrome metabólica – uma série de condições que inclui pressão arterial elevada, triglicerídeos altos, níveis elevados de insulina e excesso de gordura corporal em torno da cintura – que também aumenta o risco da doença.

Como identificar uma doença arterial coronariana?

Como citado anteriormente, nem sempre é fácil identificar a doença arterial coronariana. Entretanto, quando começa a ocorrer o estreitamento das artérias, o corpo começa a apresentar alguns sinais.

Quando as artérias coronárias ficam mais estreitas, elas não conseguem fornecer sangue rico em oxigênio para o coração – principalmente quando ele está batendo forte, como durante exercícios físicos.

No início, a diminuição do fluxo sanguíneo pode não apresentar nenhum sintoma. Mas conforme a placa continua a aumentar nas artérias coronárias, mais sintomas da doença vão surgindo. Entre esses sintomas, estão:

  • Dor no peito (angina) – a angina é caracterizada pela sensação de pressão ou aperto no tórax. Esta dor geralmente ocorre no meio ou lado esquerdo tórax. A angina geralmente é desencadeada por estresse físico ou emocional.

A dor desaparece dentro de poucos minutos depois de ocorrido o que causou o estresse. Em algumas pessoas, especialmente mulheres, essa dor pode ser passageira ou muito forte e é sentida no pescoço, no braço ou nas costas.

  • Falta de ar – se o coração não pode bombear sangue suficiente para atender às necessidades do corpo, a pessoa começa a sofrer com falta de ar ou fadiga extrema com esforço.
  • Ataque cardíaco – como já citamos, uma artéria coronária completamente bloqueada pode causar um ataque cardíaco. Os sintomas mais comuns de um ataque cardíaco incluem uma forte pressão no peito e dor no ombro ou braço, além de falta de ar e sudorese.

As mulheres são mais propensas a apresentar sintomas menos comuns de ataque cardíaco, como dor no pescoço ou no maxilar. Entretanto, às vezes ele pode ocorrer sem nenhum sintoma aparente. Ao identificar algum sinal de ataque cardíaco, procure um atendimento médico emergencial o quanto antes.

Como tratar essa doença?

A prática de exercícios físicos não só trata, mas também ajuda a prevenir a doença arterial coronariana.

Pacientes com fatores de risco para a doença arterial coronariana – como pressão alta, colesterol alto, tabagismo, diabetes, histórico familiar de doença cardíaca ou obesidade – precisam consultar um médico periodicamente. Caso a pessoa apresente sinais ou sintomas de artérias estreitas, será preciso fazer alguns exames para verificar se será necessário iniciar algum tratamento para a doença.

Os exames realizados geralmente são:

Eletrocardiograma (ECG) – o eletrocardiograma registra sinais elétricos enquanto viajam pelo seu coração. Um ECG geralmente pode revelar evidências de um ataque cardíaco anterior ou o risco de se ter um.

Em alguns casos pode ser feito um monitoramento por Holter para um diagnóstico mais preciso. Com esse tipo de ECG, o paciente fica com um monitor portátil durante 24 horas à medida que faz as suas atividades diárias normais. Algumas anormalidades nos resultados podem indicar um fluxo sanguíneo inadequado para o seu coração.

Ecocardiografia – o ecocardiograma, ou ecocardiograma com Doppler, usa ondas sonoras para produzir imagens do coração do paciente. Durante um ecocardiograma, o médico pode determinar se todas as partes da parede do coração estão contribuindo normalmente para a atividade de bombeamento do sangue.

Partes que se movem com pouca força podem ter sido danificadas durante um ataque cardíaco ou estar recebendo muito pouco oxigênio. Isso pode indicar doença arterial coronariana ou várias outras condições.

Teste de esforço -e os sintomas ocorrem com mais frequência durante o exercício físico, o médico pode pedir ao paciente para caminhar em uma esteira ou pedalar em uma bicicleta ergométrica durante um ECG.

Esse exame é conhecido como Teste de esforço ou Teste Ergométrico. Em alguns casos, medicamentos para estimular o coração podem ser usados no lugar de exercícios.

Alguns testes de esforço são feitos usando um ecocardiograma. O médico pode, por exemplo, realizar um ultrassom antes e depois de um exercício para fazer uma comparação. Pode ser usado também um medicamento para estimular o coração durante um ecocardiograma.

Cateterismo cardíaco ou angiograma – para analisar o fluxo de sangue que passa pelo coração do paciente, o médico pode injetar um corante especial nas suas artérias coronárias. Este procedimento é conhecido como angiograma.

O corante é injetado nas artérias do coração através de um tubo longo, fino e flexível (cateter) que é enrolado através de uma artéria, geralmente na perna, nas artérias do coração. Esse procedimento é chamado de cateterismo cardíaco. O corante permite ver manchas estreitas e bloqueios nas imagens de raio-X.

O tratamento geralmente envolve mudanças no estilo de vida e, se necessário, medicamentos e certos procedimentos médicos.

A adoção de hábitos mais saudáveis pode ser de grande ajuda na hora de manter as artérias mais saudáveis. Esses hábitos incluem:

  • Parar de fumar
  • Comer alimentos mais saudáveis
  • Praticar exercícios físicos regularmente
  • Perder o excesso de peso
  • Reduzir o estresse

Vários medicamentos também podem ser usados para tratar a doença arterial coronariana, incluindo: medicamentos modificadores de colesterol, aspirina, bloqueadores beta, nitroglicerina, inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA) e bloqueadores dos receptores da angiotensina II (ARBs).

Nunca tome nenhum medicamento sem a prescrição do médico. Ele irá analisar os resultados dos exames, consultar o seu histórico e indicar quais medicamentos serão os mais adequados para o seu caso.

Um médico deve examinar seu coração para indicar o tratamento mais adequado.

Em casos mais extremos, é necessário um tratamento mais agressivo para restaurar e melhorar o fluxo sanguíneo. Entre as opções de tratamento usadas estão:

Angioplastia Coronária ou Intervenção Coronária Percutânea – este tratamento, o médico insere um tubo longo e fino (cateter) na parte estreita da artéria. Um fio com um balão deflacionado é passado através do cateter para a área estreitada. O balão é então inflado, comprimindo os depósitos contra as paredes da artéria.

Um stent é muitas vezes deixado na artéria para ajudar a mantê-la aberta. Alguns stents liberam lentamente medicamentos que também ajudam a manter a artéria aberta.

Ponte aorto-coronária – neste procedimento, o cirurgião cria um enxerto para ignorar as artérias coronárias bloqueadas usando um vaso de outra parte do corpo. Isso permite que o sangue flua em torno da artéria coronária que está bloqueada ou estreita. Por ser um procedimento cirúrgico, ele geralmente é realizado apenas quando há casos de múltiplos estreitamento das artérias coronárias.

Quais os métodos preventivos mais eficazes contra a doença arterial coronariana?

Os mesmos hábitos que ajudam no tratamento da doença arterial coronariana também podem ajudar a evitar que ela se desenvolva. Ter um estilo de vida saudável pode ajudar a manter suas artérias fortes e livres de placas. Para melhorar a saúde do coração, é recomendável adotar os seguintes cuidados:

  • Parar de fumar;
  • Controlar condições como hipertensão arterial, colesterol alto e diabetes;
  • Praticar exercício físico;
  • Seguir uma dieta com baixo teor de gordura e baixo teor de sal, rica em frutas, vegetais e grãos integrais;
  • Manter um peso saudável;
  • Reduzir e controlar o estresse.

Ao indicar qualquer sinal de doença arterial coronariana, procure um médico o quanto antes, pois apenas ele poderá indicar os exames e tratamentos indicados para o seu caso. E lembre-se, esta é mais uma doença que pode ser prevenida apenas adotando um estilo de vida mais saudável.

Gostou deste artigo? Curta e compartilhe com os seus amigos nas redes sociais! Agradecemos pela leitura e até a próxima!

Diabetes do tipo 1 e 2: qual a diferença entre elas e como viver bem com essas doenças

O que é diabetes?

Diabetes Mellitus é uma doença caracterizada pela elevação dos níveis de glicose no sangue, condição denominada hiperglicemia. Pode ocorrer devido a defeitos na secreção ou na ação do hormônio insulina, que é produzido no pâncreas, por células denominadas beta.

A função principal da insulina no organismo é promover a entrada de glicose do sangue para as células, a fim de que ela possa ser aproveitada para as diversas atividades celulares.

A falta da insulina ou um defeito na sua produção e ação resulta em acúmulo de glicose no sangue —hiperglicemia —, caracterizando o quadro de diabetes.

Diversas condições podem gerar o diabetes.Porém,a maioria dos casos está dividida em dois grupos: Diabetes Tipo 1 e Diabetes Tipo 2.

Qual a diferença entre as diabetes do tipo 1 e 2?

Diabetes tipo 1 é um distúrbio no qual a pessoa não tem a possibilidade de produzir o hormônio insulina por conta própria. O organismo cessa a secreção dessa substância porque as células beta do pâncreas são eliminadas do corpo pelo sistema imunológico.

O tipo 1 pode surgir em qualquer faixa etária, sendo muito mais comum em jovens e em crianças, e o tratamento se fundamenta na aplicação diária de injeções de insulina.

Vale lembrar que a diabetes do tipo 1 ainda não teve as suas causas totalmente esclarecidas.

Por outro lado, o organismo do indivíduo portador de diabetes tipo 2 fabrica insulina. No entanto, em uma quantidade bastante reduzida, principalmente devido a disfunções no pâncreas.

O sobrepeso, a ausência de atividades físicas frequentes, a ingestão de elevadas quantidades de açúcares e gorduras em vez de adotar uma dieta rica em fibras, proteínas, vitaminas e minerais são fatores de risco de diabetes tipo 2.

Também ao contrário do que se observa na diabetes tipo 1, o tipo 2 está mais associado a idades mais avançadas, especialmente pelo fato de estar atrelado aos hábitos alimentares e demais fatores ambientais e comportamentais, como estresse e o tabagismo.

Ainda, o tipo 2 surge de forma bem mais lenta quando comparado com o tipo 1. Logo, os sintomas são menos visíveis.

Em termos imunológicos, outra distinção entre os dois tipos de diabetes está no fato de haver presença ou ausência dos anticorpos anti-insulina, antiGAD, IA2 e ICAs. No primeiro tipo, a detecção dos anticorpos é positiva; já no segundo, negativa. Por isso, quem apresenta o tipo 1 normalmente necessita aplicar insulina de maneira externa, enquanto que os diabéticos tipo 2 não têm essa necessidade.

Entenda melhor as principais diferenças entre a diabetes tipo 1 e tipo 2. Fonte: Jujuba Diabética.

Como viver bem mesmo com diabetes do tipo 1?

O correto tratamento de diabetes tipo 1 engloba manter uma vida saudável e controlar a glicemia. São vários os cuidados a serem tomados, os quais seguem descritos:

Praticar exercícios físicos

A atividade física rotineira, de três a cinco vezes por semana, é fundamental no tratamento do diabetes, pois auxilia na manutenção dos níveis de açúcar no sangue e reduz os riscos de ganho de peso.

É importante ter sempre em mente que o ideal é praticar atividades físicas leves, para que haja um equilíbrio entre o gasto calórico e a ingestão de alimentos e, assim, níveis mais constantes de glicose no sangue.

Controlar a dieta

O primordial é evitar a ingestão de alimentos que contêm açúcares simples, como doces e massas brancas e pães, pois eles possuem um índice glicêmico muito alto. Alimentos que possuem índice glicêmico alto causam aumento súbito das taxas de glicose no sangue.

Os carboidratos mais saudáveis e que devem fazer parte da dieta de um diabético são as castanhas, as nozes e os grãos integrais, pois são absorvidos lentamente e, assim, não provocam picos de glicose no sangue.

Verificar a glicemia

Todos os portadores de diabetes tipo 1 precisam fazer o uso de doses de insulina diariamente. Para isso, é importante fazer o autoexame no intuito de verificar o nível de glicose sanguíneo em casa.

Para o exame, é necessário ter em casa um glicosímetro. Assim, a pessoa fura levemente o dedo com uma agulha pequena, a lanceta. Uma pequena gota de sangue aparece na ponta do dedo. Em seguida, coloca-se o sangue em uma tira reagente que é inserida no aparelho. O resultado da glicemia aparece em 30 a 45 segundos.

O médico determinará o cronograma de testes a serem feitos em casa, com o objetivo de manter os níveis de glicose normalizados e também de identificar precocemente as grandes variações das taxas de açúcar.

A verificação do nível de glicemia no sangue é uma importante rotina na vida de um diabético.

Reduzir o consumo de bebidas alcoólicas

Embora não proibido, o consumo de álcool deve ser moderado e sempre acompanhado de um alimento.

A ingestão de bebidas alcoólicas sem o acompanhamento de uma refeição pode causar hipoglicemia, cujos principais sintomas são: enjoo, tremores pelo corpo, fome excessiva, irritação e dores de cabeça.

Também é importante fazer o monitoramento de glicemia antes e depois de consumir bebidas alcoólicas.

Evitar saunas e escalda pés

O diabetes é um distúrbio que afeta a microcirculação sanguínea, lesionando as pequenas artérias que nutrem os tecidos periféricos. Em função desse comprometimento, os riscos de exposição às altas temperaturas e aos choques térmicos podem agravar ou desencadear quadros de angiopatias e outros problemas circulatórios e cardíacos.

Cuidados com os olhos

As células da córnea de uma pessoa portadora de diabetes tipo 1 não têm a aderência observada em indivíduos saudáveis. Assim, essa estrutura fragilizada pode se tornar porta de entrada para uma série de infecções secundárias (oportunistas) e doenças, como catarata e glaucoma.

É muito importante fazer periodicamente o exame do fundo de olho, pois serve para auxiliar na identificação precoce de alguma alteração na retina, como a retinopatia diabética.

Controlar o estresse

Diabéticos do tipo 1 têm maiores chances de sofrer de ansiedade e depressão. Adotar um estilo de vida mais tranquilo, tanto em hábitos profissionais quanto pessoais, é uma medida que aumenta a qualidade de vida significativamente.

Não fumar

O tabagismo, associado a quadro de diabetes, multiplica em até cinco vezes o risco de infarto. Há substâncias no cigarro que provocam acúmulo de gordura nas artérias, bloqueando a circulação. Fumar também contribui para a hipertensão.

Cuidar da saúde bucal

É fundamental ter o hábito de exercer a higiene bucal após cada refeição, especialmente para pessoas com diabetes tipo 1.

Nesses casos, o sangue possui alta concentração de glicose e, assim, é mais propício ao desenvolvimento de bactérias. Por ser uma via de entrada de alimentos, a boca recebe diversos corpos estranhos que, somados ao acúmulo de restos de comida, favorecem a proliferação de bactérias.

Por isso, realizar uma boa escovação e ir ao dentista uma vez a cada seis meses é essencial.

Quanto ao uso de medicamentos

Quanto à medicação, é imprescindível ter em mente que somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para cada caso, bem como a dose correta e a duração do tratamento.

Seguir sempre à risca as orientações de um médico e nunca se automedicar é uma atitude de bom senso que garante qualidade de vida.

Reduzir o consumo de bebidas alcoólicas e não fumar fazem parte das medidas de controle do diabetes tipo 1.

Em suma

As pessoas portadoras de diabetes tipo 1 devem ser devidamente orientadas a:

  • Realizar exame diário dos pés para evitar o aparecimento de lesões;
  • Manter uma alimentação saudável;
  • Utilizar os medicamentos prescritos;
  • Praticar atividades físicas;
  • Manter um bom controle da glicemia, seguindo corretamente as orientações médicas.

É uma condição patológica que dura a vida toda e ainda não existe tratamento. No entanto, o quadro varia de acordo com a pessoa. Um controle rigoroso dos níveis de glicose no sangue pode evitar ou retardar o aparecimento de problemas.

Como viver bem com diabetes do tipo 2?

O tratamento do diabetes tipo 2 tem o objetivo principal de reduzir os níveis de glicose no sangue e monitorar o portador para evitar qualquer tipo de complicação. Os principais cuidados para tratar e o diabetes tipo 2 e conviver bem com essa patologia estão descritos abaixo:

Praticar exercícios físicos

A atividade física regular, de três a cinco vezes na semana, é essencial no tratamento do diabetes tipo 2, pois ela contribui na manutenção dos níveis de açúcar no sangue. Além disso, auxilia no emagrecimento, que é uma medida fundamental para o controle desse distúrbio.

Praticar exercícios físicos regularmente é um excelente remédio contra os diferentes tipos de diabetes, tanto na infância quanto na vida adulta.

Controlar a dieta

O consumo de açúcares presentes em doces e carboidratos simples, como massas e pães, deve ser bastante reduzido, pois esses alimentos possuem índice glicêmico muito alto.

Os carboidratos devem constituir de 50 a 60% das calorias totais ingeridas pela pessoa com diabetes. No entanto, alimentos contendo carboidratos simples não devem ser consumidos, e sim os complexos, tais como castanhas, nozes e grãos integrais, pois estes são absorvidos mais lentamente.

É essencial que a dieta do portador de diabetes tipo 2 seja balanceada, eliminando os excessos de gordura e priorizando o consumo de frutas e vegetais.

Adotar uma alimentação saudável, rica em frutas, vegetais e grãos integrais, é uma ótima receita para ter qualidade de vida mesmo sendo portador de diabetes tipo 2.

Verificar a glicemia

Algumas pessoas que sofrem de diabetes tipo 2 precisam fazer as medições regulares de insulina, até mesmo diariamente.

Para a mensuração, é necessário ter em casa um glicosímetro, adotando o mesmo procedimento para quem tem diabetes do tipo 1, já descrito aqui em nosso post.

Reduzir o consumo de bebidas alcoólicas

O consumo de bebidas alcoólicas até pode ser permitido. No entanto, é importante ter ciência de que deve ser moderado e sempre acompanhado de um alimento.

Ingerir álcool sem se alimentar gera hipoglicemia, cujos principais sintomas são: enjoo, tremores pelo corpo, fome excessiva, irritação e dores de cabeça.

Antes e após o consumo dessas bebidas, é válido fazer o monitoramento da glicemia, a fim de evitar picos glicêmicos indesejáveis ao organismo.

Evitar saunas e escalda pés

Por se tratar de um distúrbio que compromete a microcirculação sanguínea, um dos sinais clínicos do diabetes é a lesão de pequenas artérias que nutrem os tecidos periféricos. Sendo assim, a exposição às altas temperaturas e aos choques térmicos pode desencadear quadros de angiopatias e outros problemas circulatórios e cardíacos.

Cuidados com os olhos

Em portadores de diabetes tipo 2, as células da córnea não têm a mesma aderência observada em pessoas saudáveis. Por isso, torna-se fragilizada e pode funcionar como porta de entrada para uma série de infecções oportunistas e originar doenças como catarata e glaucoma.

Consultar periodicamente um oftalmologista é uma atitude inteligente, que pode prevenir maiores danos ao fundo de olho ao possibilitar a identificação precoce de certa alteração na retina, como a retinopatia diabética.

Controlar o estresse

Assim como ocorre nos casos de diabetes tipo 1, ser portador de diabetes tipo 2 também é fator de risco de quadros crônicos de ansiedade e depressão. Para melhorar a qualidade de vida, é fundamental adotar um cotidiano mais tranquilo, tanto em hábitos profissionais quanto pessoais.

Não fumar

Há certas substâncias no cigarro que geram acúmulo de gordura nas artérias e, assim, bloqueiam a adequada circulação do sangue e predispõem à hipertensão. Quando acompanhado de quadro de diabetes, o tabagismo multiplica em até cinco vezes o risco de infarto.

Cuidar da saúde bucal

Ter o hábito de exercer a higiene bucal após cada refeição é uma atitude essencial para a saúde, especialmente para pessoas com diabetes tipo 1 e tipo 2.

Diante desse distúrbio, o sangue mantém alta concentração de glicose, tornando-se mais favorável ao desenvolvimento de bactérias.

A boca, por se tratar de porta de entrada de alimentos, recebe constantemente corpos estranhos que, junto aos restos de comida já acumulados, favorecem a proliferação de bactérias.

O fundamental é realizar boa escovação frequente e fazer consultas semestrais ao dentista.

Cuidar das comorbidades

O diabetes tipo 2 frequentemente vem acompanhado de outros problemas de saúde, sendo os principais a obesidade, o sobrepeso, os triglicerídeos elevados e a hipertensão.

Somado a esses males, o sedentarismo é bastante comum e agrava ainda mais o quadro clínico da pessoa portadora.

É importante consultar um médico, cuidar das outras doenças e dos hábitos não saudáveis que são mantidos na rotina.

Medicamentos

Apenas um médico tem a competência de determinar o medicamento mais apropriado a cada paciente, bem como a dose correta e a duração do tratamento.

É imprescindível lembrar: sempre siga todas as orientações do médico e nunca se automedique. Essa é uma atitude de bom senso que promove qualidade de vida.

Resumindo

De modo bastante semelhante ao observado em portadores de diabetes tipo 1, aqueles que forem diagnosticados com diabetes tipo 2 devem ser orientados a:

  • Fazer o exame diário dos pés, a fim de prevenir o surgimento de lesões;
  • Adotar na rotina uma alimentação saudável;
  • Utilizar corretamente – dose e horário – os medicamentos prescritos, e apenas eles;
  • Criar o hábito de praticar regularmente atividades físicas;
  • Controlar a glicemia, seguindo corretamente as orientações do médico.

Quer se inteirar mais sobre as medidas de prevenção e controle dos tipos de diabetes? Então siga o blog, curta e compartilhe com os amigos!